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Nascido em [[Lisboa]], no bairro da [[Graça (Lisboa)|Graça]], a sua infância foi marcada pela morte da mãe aos dez anos e, depois, pelos anos conturbados da [[Primeira República Portuguesa|Primeira República]]. Influenciado pelo pai, desejou tornar-se padre e, mais tarde, médico<ref>{{citar web |url=http://videos.sapo.pt/knYCfvnEoUYGd2cKABtJ |publicado=Videos.sapo.pt |autor= |título=Marcello Caetano - em família |data= |acessodata= |obra=[[SIC Notícias]]}}</ref>, acabando por cursar [[Letras]] no [[Liceu Camões]] e seguir para a [[Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa]].
 
Marcelo Caetano [[Licenciatura|licenciou-se]] em [[Direito]] em [[1927]], e [[Doutoramento|doutorou-se]] em Ciências Político-Económicas, [[1931]]; foi de resto o primeiro doutorado desse grupo, na [[Faculdade de Direito de Lisboa]]. .
 
Casou a [[27 de outubro]] de [[1930]], com Teresa Teixeira de Queirós de Barros (23 de Julho de 1906 - 14 de Janeiro de 1971), filha do pedagogo republicano [[João de Barros (1881)|João de Barros]] e de sua mulher Raquel Teixeira de Queirós e neta paterna do 1.º [[Visconde da Marinha Grande]]. Teresa de Barros era ainda irmã de [[Henrique de Barros]], que foi sempre oposicionista ao [[Estado Novo]] e, aliás, Presidente da [[Assembleia Constituinte]], em que se aprovou a [[Constituição Portuguesa de 1976]]<ref>[https://www.parlamento.pt/VisitaParlamento/Paginas/BiogHenriquedeBarros.aspx Parlamento.pt]</ref>.
 
==Percurso académico e profissional==
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