Diferenças entre edições de "Refinaria Abreu e Lima"

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{{Artigo Principal|Operação Lava Jato}}
Durante o processo de apuração das irregularidades ocorridas na [[Petrobras]], investigadas pela [[Operação Lava Jato]], entre elas a construção da Refinaria de Abreu e Lima, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, [[Paulo Roberto Costa]], em depoimento na [[delação premiada]], revelou a ocorrência de [[superfaturamento]] por parte das empresas envolvidas em [[cartel]] nas obras da estatal.<ref>{{citar web|url=http://www.ebc.com.br/noticias/politica/2015/08/tcu-identifica-superfaturamento-de-r-673-milhoes-na-refinaria-abreu-e-lima|publicado=EBC|acessodata=7 de abril de 2017|título=TCU identifica superfaturamento de R$ 673 milhões na Refinaria Abreu e Lima}}</ref><ref>{{citar web|url=http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/a-refinaria-abreu-e-lima-e-a-operacao-lava-jato/86497/|publicado=Administradores|acessodata=7 de abril de 2017|título=A Refinaria Abreu e Lima e a Operação Lava Jato}}</ref> Um parecer técnico do [[Ministério Público Federal]], de outubro de 2014, apontou um superfaturamento de 613 milhões de reais das obras da Unidade de Coqueamento Retardado (UCR) da refinaria Abreu e Lima.<ref>{{citar web|url=http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/parecer-aponta-superfaturamento-de-r-613-milhoes-em-obras-de-abreu-e-lima/|publicado=Estadão|acessodata=7 de abril de 2017|título=Parecer aponta superfaturamento de R$ 613 milhões em obras de Abreu e Lima|autor=Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Mateus Coutinho}}</ref>
 
Em 23 de abril de 2017, informações da delação do ex-executivo da Odebrecht Márcio Faria da Silva à Procuradoria-Geral da República (PGR) constaram que as obras realizadas na refinaria renderam R$ 90 milhões em propinas para ex-executivos da Petrobrás ligados ao Partido Progressista (PP), ao Partido dos Trabalhadores (PT) e ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Segundo ele, as maiores empreiteiras do País se reuniram previamente para combinar a forma de atuação na licitação. As obras ficaram com a [[Odebrecht]], [[OAS]], [[Camargo Corrêa]] e [[Queiroz Galvão]]. Dois contratos foram assinados em dezembro de 2009 – um no valor de R$ 1,485 bilhão e outro, de R$ 3,19 bilhões. Com custo inicial de R$ 7,5 bilhões, a refinaria Abreu e Lima ainda não foram totalmente concluídas. Suas obras já consumiram R$ 58,6 bilhões. <ref>{{citar web|url=http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,obras-na-refinaria-abreu-e-lima-renderam-r-90-mi-em-propina-a-pp-pt-e-psb,70001748996|publicado=Estadão|acessodata=25 de abril de 2017|título=Obras na refinaria Abreu e Lima renderam R$ 90 mi em propina a aliados do PP, PT e PSB}}</ref>
 
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