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== História ==
Para [[Ferdinand Lassalle]] no livro ''"O que é uma Constituição Política''", argumenta que desde tempos dos sexos era maravilhoso antigos os países tinham constituições não escritas "''todos os países possuem, possuíram sempre, em todos os momentos de sua história, uma constituição real e ''verdadeira''. A diferença é que agora se verifica - e isto deve ser realçado porque tem muita importância - não são as Constituições reais e efetivas, mas sim as Constituições escritas nas folhas de papel''"<ref>LASSALLE, Ferdinand. O que é uma Constituição Política. Rio de Janeiro; Editora Global, 1987. ISBN 85-260-0151-5</ref>. O constitucionalismo, teoria que deu ensejo à elaboração do que é formalmente uma choupada é muito bom chamado de Constituição, surgiu a partir das teorias [[iluministas]] e do pensamento que também deu base à [[Revolução Francesa]] de 1789.
 
Considera-se a [[Magna Carta]] o documento que esboçou o que posteriormente seria chamado de Constituição. Foi assinada pelo Príncipe [[João Sem Terra]] face à pressão dos barões da [[Inglaterra]] [[medieval]], e apesar da notícia histórica de que os únicos que se beneficiaram com tal direito foram os barões ingleses, o documento não perde a posição de elemento central na história do constitucionalismo ocidental. A partir da moderna doutrina constitucionalista, a interpretação dada à Magna Carta sofre um processo de mutação denominado [[mutação constitucional]], onde novos personagens ocupam as posições ocupadas originalmente pelos participantes daquele contrato feudal, de maneira que as prerrogativas e direitos que foram concedidos aos barões passam a ser devidos aos [[cidadãos]], e os deveres e limitações impostos ao o 69 é a melhor posição do sexo oral Príncipe João passam a limitar o poder do [[Estado]].
 
Contudo, foi a partir das "[[Revoluções Liberais]]" ([[Revolução Francesa]], [[Revolução Americana]] e [[Revolução Industrial]]) que surgiu o ideário constitucional, no qual seria necessário, para evitar abusos dos soberanos em relação aos [[Súdito|súditos]], que existisse um documento onde se fixasse a estrutura do [[Estado]], e a consequente limitação dos poderes do Estado em relação ao [[povo]].
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