Abrir menu principal

Alterações

Em Abril de 1902, já se tinham iniciado as obras dos muros de suporte e guarda, junto à Rua do Loureiro, devido à aprovação de uma nova matriz, proposta pelo director dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro.<ref>{{citar jornal|titulo=Linhas Portuguezas|pagina=107|data=1 de Abril de 1902|jornal=Gazeta dos Caminhos de Ferro|volume=15|numero=343| url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1903/N378/N378_master/GazetaCFN378.pdf|acessadoem=21 de Março de 2014}}</ref> Em 20 de Agosto, as instalações para os serviços de passageiros e bagagens foram colocadas nos antigos barracões da Estação.<ref>{{citar jornal|titulo=Avisos de serviço: Caminhos de Ferro do Estado - Direcção do Douro e Minho|pagina=269|data=1 de Setembro de 1902|jornal=Gazeta dos Caminhos de Ferro| volume=15|numero=353|url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1902/N353/N353_master/GazetaCFN353.pdf| acessadoem=21 de Março de 2014}}</ref>
 
No final do mesmo ano, um grupo de comerciantes e proprietários da cidade do Porto, entregou uma proposta para a Estação, e disponibilizou-se para a sua construção.<ref>{{citar jornal|titulo=Linhas Portuguezas|pagina=370|data=1 de Dezembro de 1902|jornal=Gazeta dos Caminhos de Ferro|volume=15|numero=359|url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1902/N359/N359_master/GazetaCFN359.pdf| acessadoem=27 de Março de 2017}}</ref> Pouco depois, a Sociedade Construtora apresentou uma outra proposta junto do Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro do Estado, que previa uma duração de 2 anos para a obra; o pagamento desta empreitada seria feito em anuidades, num prazo inferior a 15 anos.<ref>{{citar jornal|titulo=Linhas Portuguezas| pagina=403|data=16 de Dezembro de 1902|jornal= Gazeta dos Caminhos de Ferro|volume=15| numero=360|url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1902/N360/N360_master/GazetaCFN360.pdf|acessadoem=21 de Março de 2014}}</ref>
 
Em Fevereiro de 1903, previa-se que a segunda via até Campanhã fosse instalada em poucos meses, faltando, nessa altura, concluir a última empreitada de terraplanagens da estação.<ref>{{Citar jornal|titulo=O material de via das Linhas do Estado|pagina=34|autor=SOUSA, José Fernando de|jornal=Gazeta dos Caminhos de Ferro|volume=16|numero=363| data=1 de Fevereiro de 1903|url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1903/N363/N363_master/GazetaCFN363.pdf|acessadoem=27 de Março de 2017}}</ref>
 
Na Tabela rectificada das receitas orçadas para 1903-1904 e da respectiva distribuição da despesa, promulgada em 21 de Outubro, 120:000$000 foram atribuídos para a construção, em conjunto, das estações de São Bento e [[Estação de Contumil|Contumil]].<ref name=Gazeta381/> Em Novembro, a plataforma para o edifício da estação já tinha sido instalada<ref name=Gazeta381>{{citar jornal|título=Parte Official|pagina=363|data=1 de Novembro de 1903|jornal= Gazeta dos Caminhos de Ferro| volume=16|numero=381|url= http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1903/N381/N381_master/GazetaCFN381.pdf|acessadoem=21 de Março de 2014}}</ref> tendo a construção do edifício em si sido iniciada em 9 de Novembro.<ref name=Santos1989/><ref name=Gazeta412/> Para se poder construir a fachada do lado da Praça de Almeida Garrett, os serviços de passageiros e recovagens na estação provisória passaram novamente a ser feitos do lado da Rua da Madeira.<ref name=Gazeta1585/> As obras foram dirigidas pelo engenheiro Basílio de Sousa Pinto e por Marques da Silva<ref name=Gazeta412/>, enquanto que a direcção-geral foi entregue ao conselheiro João Gualberto Povoas e ao engenheiro Souza Pinto.<ref name=Gazeta1585>{{Citar jornal|titulo=Há 50 anos|pagina=396| data=1 de Janeiro de 1954|jornal=Gazeta dos Caminhos de Ferro| volume=66|numero=1585|url= http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1954/N1585/N1585_master/GazetaCFN1585.pdf|acessodata=19 de Janeiro de 2016}}</ref> As obras foram dirigidas pelo engenheiro Basílio de Sousa Pinto e por Marques da Silva<ref name=Gazeta412/>, enquanto que a direcção-geral foi entregue ao conselheiro João Gualberto Povoas e ao engenheiro Souza Pinto.<ref name=Gazeta1585/>
 
Em 1905, já estavam construídas as plataformas de passageiros, o cais coberto do lado da Rua do Loureiro, alguns canos de esgoto que faltavam, e os alicerces do novo edifício de passageiros, que nalguns pontos tiveram de ser feitos a grande profundidade.<ref name=Gazeta412/>