Diferenças entre edições de "Tunico da Vila"

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(Compositor de sambas e de sambas de enredo, em 2003 começa a cantar incentivado pelo pai e mestre, Martinho da Vila. Começou a carreira como músico profissional aos 20 anos de idade, tocando na banda do pai e ao lado da irmã Mart’nália. Percussioni)
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'''Antonio João e Pedro Canine Ferreira''' (Rio de Janeiro, 13 de junho de 1973), mais conhecido pelo [[pseudônimo]] '''Tunico da Vila''', é um cantor, compositor e percussionista brasileiro. Filho do também cantor e compositor [[Martinho da Vila]] e Ruça.<ref>{{citar web|URL=http://www.dicionariompb.com.br/tunico-da-vila|título=Biografia no Cravo Albin|autor=|data=|publicado=[[Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira|dicionariompb.com.br]]|acessodata=7 de maio de 2014}}</ref>
 
Compositor de sambas e de sambas de enredo, em 2003 começa a cantar incentivado pelo pai e mestre, Martinho da Vila. Começou a carreira como músico profissional aos 20 anos de idade, tocando na banda do pai e ao lado da irmã Mart’nália. Percussionista consagrado, Tunico da Vila gravou seu primeiro álbum intitulado “Tunico Ferreira” (2003), que fez sucesso com a música “Nota de Cem”. Em 2009, lança o segundo álbum ”Na cadência do Partido Alto”. Em'''E em agosto de 2016 lançou no Sesc Ipiranga (SP), “O Velho de Oiá” (2016),''' que apresenta quatro canções inéditas, o “Velho de Oiá”, “Louca Vontade”, “Armadilhas da nossa paixão”, “Limite do Tempo” e a regravação de “Meu “Laiaraiá” (1970) em ritmo de salsa, de Martinho da Vila. Com produção executiva de Jair Netto e musical de Salgadinho. Em 2017 lança nas plataformas streamings a canção “É dia de Rede no Mar”, que canta a identidade e memória do povo do mar capixaba, disponível no Youtube e Spotify. 
 
Nos CD´s do pai, Tunico da Vila assina as canções, “Pare de brincar comigo” e “Difícil ser fiel”, no CD “O Pai da Alegria” (1999). Das composições com Martinho da Vila, a música “Cheguei no Samba”, gravada pelo grupo Swing e Simpatia (2000), de autoria de Tunico da Vila e seu pai. Autor de “Festa de Caboclo”, Tunico foi gravado por Martinho da Vila no CD “Da Roça e da Cidade” (2001). Interpretou o samba romântico de sua autoria, “Vivo pra sentir seu prazer“ no álbum “Lambendo a Cria” (2011), “Meu Off Rio” no DVD Sambabook Martinho da Vila (2013), e os sambas de enredo, “De alegria pulei, de alegria cantei ”e “Teatro Brasileiro”, dessa vez no CD “Enredo” (2014) de Martinho.
'''História de Vida'''
 
Nascido no dia de Santo Antônio, dia 13 de junho, batizado como Antônio João e Pedro Caniné Ferreira, Tunico da Vila, 43 anos, é carioca, nascido e criado no bairro do Grajaú, que fica ao lado de Vila Isabel. Possui uma história intrínseca à escola de samba do bairro de Noel. Começou a frequentar a quadra da Vila ainda criança, com o pai e sambista Martinho da Vila e a mãe Ruça, que foi presidente da escola em 1987. Mesmo morando em casa, era no beco e vielas que ele se sentia livre, soltava pipa e interagia com as outras crianças. Na adolescência, o compositor abraçou o candomblé, que segundo ele norteou muito a sua vida. Tunico da Vila dedicou-se a tocar na banda de seu pai e em bandas de artistas consagrados, fazendo carreira internacional como percussionista. Começou a compor sambas em 1994 com Paulinho da Aba e Agrião. Junto com Analimar, Ana Costa, Agrião, José Mapa e Cristina Deane fez parte do grupo “Coeur Sambar”.  Em 2003 passou a fazer carreira solo como cantor, formando a sua banda, e cantando em Portugal, no carnaval de Almada e Crato. Como compositor de sambas de enredo, atua desde 2011, faz parte da ala de compositores da Vila Isabel e é sócio benemérito da escola. Flamenguista apaixonado, Tunico da Vila compôs músicas de exaltação ao Flamengo e hinos de torcidas.  Atualmente Tunico participa de dois projetos culturais no eixo Rio- São Paulo. No Rio, a “Conflaria Musical”, que reúne músicos de diversos estilos, liderado por Ivo Meirelles e que propõe uma miscelânea cultural. E em São Paulo, o coletivo cultural “Somos 1 Só”, que reúne sambistas, músicos, com o intuito de dialogar sobre a discriminação musical existente entre os gêneros. Faz parte do projeto social Herdeiros da Vila, liderado por sua irmã Analimar, que oferece oficinas culturais. Foi colunista do site do jornalista Sidney Rezende, SRZD Carnaval. É casado com a jornalista Déborah Sathler e possui quatro filhos, Lara, Leonardo, Luah e Higor. Já morando em Vitoria, em 2017, compôs a canção "É dia de Rede no Mar" em parceria com Déborah Sathler e Marcelo Valência, em homenagem a cidade de Vitória gravando. O clipe foi gravado no Bar do Henrique e na escadaria da Piedade. É Amante de um bom vinho e sua comida predileta é bacalhau. Com o enredo "Peruche celebra Martinho. 80 anos do Dikamba da Vila", Tu nico da Vila vai disputar samba-enredo no Unidos do Peruche em 2017.
Já morando em Vitoria, em 2017 compôs a canção "É dia de Rede no Mar" em parceria com Déborah Sathler e Marcelo Valencia, em homenagem a cidade de Vitória gravando um clipe no Bar do Henrique e na escadaria da Piedade.
É Amante de um bom vinho e sua comida predileta é bacalhau.
 
Produtor e empresário Jair Netto(SP) www.tunicodavila.com.br {{referências}}
 
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