Diferenças entre edições de "Modernidade"

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A '''modernidade é considerada muito inportante hoje em dia e''' costuma ser entendida como um ideário ou [[visão de mundo]] relacionada ao projeto empreendido a partir da transição teórica operada por [[Descartes]], com a ruptura com a tradição herdada - o pensamento [[medieval]] dominado pela [[Escolástica]] - e o estabelecimento da autonomia da razão, o que teve enormes repercussões sobre a filosofia, a cultura e as sociedades ocidentais.<ref>MAYOS, Gonçal. [http://www.ub.edu/histofilosofia/gmayos/PDF/ProblemSujeitoObjetoPort.pdf O problema sujeito-objeto em Descartes, perspectiva da Modernidade], traduzido por Mariá Brochado e Natália Freitas Miranda. Originalmente publicado como "El problema sujeto-objeto en Descartes, prisma de la modernidad". ''Pensamiento - Revista de investigación e información filosófica'', Madrid, n. 195, V. 49, pp. 371-390, jul.-sep. 1993.</ref>
 
O projeto moderno consolida-se com a [[Revolução Industrial]] e normalmente relacionado com o desenvolvimento do [[capitalismo]].
En [[histoire]], où des jalons historiques sont communément nécessaires et/ou admis, la modernité est évoquée et associée avec l'[[Époque moderne]] ou « Temps Moderne(s) »<ref name="Présentation de ''Ce que modernité veut dire">[[Yves Vadé]], Présentation de ''Ce que modernité veut dire'', Volume 1, Presse Universitaire de Bordeaux.</ref>. Elle commencerait en 1453 avec la [[prise de Constantinople]] par l’[[Empire ottoman]], et dont la fin correspond à la [[Révolution française]] pour les historiens français et à [[1920]] pour les écoles historiques anglo-saxones{{refnec}}. Cependant, certaines de ces affirmations précédentes font l'objet de discussions et de débats, par exemple [[François Guizot|Guizot]] fait commencer la modernité en [[1492]]<ref name="Présentation de ''Ce que modernité veut dire">[[Yves Vadé]], Présentation de ''Ce que modernité veut dire'', Volume 1, Presse Universitaire de Bordeaux.</ref> et [[Ivan Illich|Illich]] au {{s|XII|e}}<ref>Ivan Illich, ''La perte des sens'', Fayard (2004) {{ISBN|2-213-61391-5}} {{citation|[ ... ] les techniques de la mise en page qui, au XIIe siècle, détachèrent le texte de la page. La nouvelle suite de mots qui s'adressait directement à l'esprit par l'oeil, plutôt que par l'oreille, fut la technique critique qui propulsa la mentalité occidentale dans la modernité.}} (Préface, p. 7). Voir aussi l'ensemble de ''Du lisible au visible : la naissance du texte'' dans ses ''Oeuvres complètes'' {{ISBN|2-213-61954-9}}. </ref>. -->
 
A modernidade transita(boy de indio bem), em seu fechamento e esgotamento, para a [[pós-modernidade]]. Muitos teóricos trataram dessa transição e tentaram sondar para ver além dos limites da transição para tentar captar que outro mundo estava surgindo. A [[pós-modernidade]] como um outro mundo relativamente à modernidade também é um tema filosófico da mais alta importância. [[Pós-modernidade]] carece de definição, nos parece, em sí mesma, só fazendo sentido se, em conexão com a modernidade, ou sua extensão, ou sua ruptura.
 
O termo era desconhecido para Nietzsche, porém, uma vez que a [[pós-modernidade]] se forma em oposição à modernidade, pode-se dizer que foi Nietzsche, em termos abrangentes, quem iniciou o movimento de fustigação dos ideais modernos. Com ele começa a era da paixão moderna. Os seus defensores ou os seus detratores, via de regra, se posicionavam frente à aceitação ou à recusa da modernidade. Porém, Nietzsche já não estava presente quando efetivamente começam as mais profundas transformações de época, da cultura aos artefatos tecnológicos, da política a guerra e ao terrorismo, da arte clássica a anti-arte ou a arte pela arte, do local ao global, da objetividade ao ficcional e ao virtual, do bioquímico ao tecido genético.