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Nos anos 70, a crise do petróleo, abanou a estrutura industrial da cidade, causando um período de recessão industrial, económica e habitacional. A concorrência internacional levou ao encerramento dos estaleiros e de muitas das indústrias ligadas à [[navegação marítima]] nos [[década de 1980|anos 80]]. O desemprego crescente levou aos apartamentos vazios.
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A reação à crise, veio com uma maior consciência ambiental e cultural, impulsionando o desenvolvimento de novas áreas ligadas ao [[comércio]], à [[educação]] e à [[cultura]], assim como um florescimento da indústria ligada à [[tecnologia]] de ponta. A Volvo continuou sendo a maior empregadora do ramo automobilístico, a par de diversos ramos comerciais de companhias de ''[[software]]''. Pela mão de [[Göran Johansson]], então [[Presidente da câmara municipal|presidente do munícipio]] (<small><small>BRASIL</small></small> [[prefeito]]), a cidade encetou um período de densificação e construção de novas habitações, e de implementação de projetos viários e culturais - centro do bairro de [[Angered]], [[Túnel de Göta]], [[Ópera de Gotemburgo]], [[Museu da Cultura Mundial (Gotemburgo)|Museu da Cultura Mundial]], [[Universeum]].<ref name=trottoarturism/>
 
== Geografia ==
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