Diferenças entre edições de "Giovanni Pico della Mirandola"

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Após adquirir, em suas viagens pela Europa, cerca de sessenta [[manuscrito]]s atribuídos ao sacerdote e escriba judeu [[Esdras]], filho do sumo sacerdote [[Seraías]] e autor bíblico de um dos livros históricos de mesmo nome do [[Antigo Testamento]] (cfe. mencionado em ''II Reis 25:18-21''), Giovanni veio a interessar-se pelo estudo da [[Cabala]] e do [[Talmud]], tendo a idéia de combinar esse conhecimento místico-religioso com a [[filosofia]].
 
O seu objetivo principal era conciliar religião e filosofia. Assim como o seu mestre [[Marcílio Ficino]], Giovanni baseava as suas concepções principalmente em [[Platão]], em oposição à [[Aristóteles]]. Todavia Giovanni era em essência um eclético e em muitos aspectos, ele representava uma reação contra os exageros do humanismo[[Humanismo]]. De acordo com ele, deveríamos estudar as fontes hebraicas e talmúdicas, enquanto que as melhores conquistas da [[escolástica]] deveriam ser preservadas. O seu ''Heptaplus'', uma exposição místico-alegórica da criação do mundo de acordo com os sete sentidos bíblicos, segue essa ideia; ao mesmo período pertence ''De ente et uno'', com explanações de várias passagens dos livros mosaicos, platônicos e aristotélicos.
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Em conjunto com sua crença que toda a criação constitui um reflexo simbólico da Divindade, a filosofia de Giovanni teve uma profunda influência nas artes, ajudando a elevar o ''status'' de [[Literatura|escritores]],Raimundo [[Poesia|poetasLúlio]], <ref>[[Pintura|pintores]]http://www.ramonllull.net/sw_studies/l_br/home.php eInstituto [[Escultura|escultores]],Brasileiro comode [[LeonardoFilosofia dae Vinci]]Ciência eRaimundo [[Michelangelo]]Lúlio, de um papel de meros artesãos medievais a um ideal renascentista de artistas considerados gênios que persiste até os dias atuaisStudies]</ref>.
Nas artes, ajudou a elevar o ''status'' de [[Literatura|escritores]], [[Poesia|poetas]], [[Pintura|pintores]] e [[Escultura|escultores]], como [[Leonardo da Vinci]] e [[Michelangelo]], de um papel de meros artesãos medievais a um ideal renascentista de artistas considerados gênios que persiste até os dias atuais.
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