Diferenças entre edições de "Doutrina Social da Igreja"

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Considera esta doutrina que liberdade da pessoa humana no campo econômico é um valor fundamental e um direito inalienável a ser promovido e tutelado. Por outro lado, ''A empresa não pode ser considerada apenas como uma "sociedade de capitais"; é simultaneamente uma "sociedade de pessoas", da qual fazem parte, de modo diverso e com específicas responsabilidades, quer aqueles que fornecem o capital necessário para a sua atividade, quer aqueles que colaboram com o seu trabalho.'' (João Paulo II) <ref>Centesimus annus, 43.</ref>
 
A doutrina social reconhece a justa função do [[lucro]], mas o lucro por si só não indica que a empresa esteja servindo adequadamente à sociedade, não é lícito obter o lucro à custa da dignidade do trabalhador, da sua humilhação e da violação dos seus direitos (o que caracteriza o capitalismo). Mesmo nas relações internacionais a prática da [[usura]] permanece condenada e merecem reprovação os ''sistemas financeiros abusivos e usurários'' tanto no âmbito das economias nacionais como internacionais.
 
''Os trabalhadores que atuam na empresa constituem o seu patrimônio mais precioso'' (Centesimus annus, 35), nas grandes decisões estratégicas e financeiras da empresa, de compra e venda, abertura e fechamento de filiais não é lícito decidir tendo por base apenas os interesses do "capital" sem olhar a dignidade dos que nela trabalham. Devem organizar a atividade na empresa de modo a favorecer e promover a família do trabalhador, especialmente as mães de família.
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