Diferenças entre edições de "Régis Bonvicino"

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'''Régis Bonvicino''' ([[São Paulo]], 1955) é um [[Poesia|poeta]], [[Tradução|tradutor]], [[crítico de literaturaliterário]] e editor brasileiro. O ''Historical Dictionary of Latin'' ''American Literature and Theater'' o define como um “inovador incansável”. E há críticos brasileiros o consideram um dos mais consistentes autores da cena atual – um dos poucos que se tornou uma referência brasileira no mundo.
 
== Vida e obra ==
Como poeta, publicou dois pequenos livros nos anos 1970, ainda muito jovem, em edição do autor:  ''Bicho Papel'' (1975) e ''Régis Hotel'' (1978). A partir dos anos 1980, lançou ''Sósia da Cópia'' (Max Limonad, 1983), ''Más Companhias'' (Olavobrás, 1987), ''33 Poemas'' ([[Iluminuras (editora)|Iluminuras]], 1990), ''Outros Poemas'' (Iluminuras, 1993), ''Primeiro Tempo'' (Perspectiva, 1995, reunião dos livros ''Bicho Papel'', ''Régis Hotel'' e ''Sósia da Cópia'')<ref>{{Citar web|url=http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/9/10/mais!/19.html|titulo=Folha de S.Paulo - O poeta em três tempos -|data=10/09/1995|acessodata=2017-06-29|obra=www1.folha.uol.com.br|publicado=Folha de SP|ultimo=Machado|primeiro=Duda}}</ref>, ''Ossos de Borboleta'' (Editora 34, 1996)<ref>{{Citar web|url=http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/5/26/mais!/20.html|titulo=Folha de S.Paulo - A emancipação do eu - 26/5/1996|data=26/05/1996|acessodata=2017-06-29|obra=www1.folha.uol.com.br|publicado=Folha de SP|ultimo=Machado|primeiro=Duda}}</ref>, ''Together – um poema, vozes'' (Ateliê Editorial, 1996), ''Céu-Eclipse'' (Editora 34, 1999)<ref>{{Citar web|url=http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs12099917.htm|titulo=Folha de S.Paulo - Abel Barros Baptista: A angústia da insuficiência - 12/09/99|acessodata=2017-06-29|obra=www1.folha.uol.com.br}}</ref>, ''Remorso do Cosmos'' (de ter vindo ao sol) (Ateliê Editorial, 2003), ''Página Órfã'' (Martins Fontes, 2007) e ''Estado Crítico'' (Editora Hedra, 2013). E uma reunião, em 2010,  de sua produção: ''Até Agora'', de Régis Bonvicino (Editora Imprensa Oficial, 564 páginas).
 
No exterior publicou também ''Sky-Eclipse'', ''Selected Poems'' (Los Angeles, Green Integer, 2000), ''Lindero Nuevo Vedado'' (Porto, Edições Quasi, 2002), ''Hilo de Piedra'', plaquete editada pela ''Sibila, Revista de Arte, Música y Literatura'', n. 10 (Sevilha, out. 2002, com poemas de ''Céu-Eclipse'' e de ''Remorso do Cosmos''), ''Poemas'', 1999-2003 (Ciudad de Mexico, Alforja Conaculta-Fonca, 2006) e, na China, ''Blue Tile'' (Hong Kong, The Chinese University of Press, 2011), com tradução do poeta Yao Feng. Acaba de ser lançado, agora em 2017, ''Beyond the wall: New Selected Poems'' pela Green Integer, de [[Los Angeles”Angeles]]. ''Beyond the Wall'' é o seu segundo livro individual editado nos Estados Unidos.
 
No exterior publicou também ''Sky-Eclipse'', ''Selected Poems'' (Los Angeles, Green Integer, 2000), ''Lindero Nuevo Vedado'' (Porto, Edições Quasi, 2002), ''Hilo de Piedra'', plaquete editada pela ''Sibila, Revista de Arte, Música y Literatura'', n. 10 (Sevilha, out. 2002, com poemas de ''Céu-Eclipse'' e de ''Remorso do Cosmos''), ''Poemas'', 1999-2003 (Ciudad de Mexico, Alforja Conaculta-Fonca, 2006) e, na China, ''Blue Tile'' (Hong Kong, The Chinese University of Press, 2011), com tradução do poeta Yao Feng.
 
Publicou, em 2007, o livro ''Entre/Between'', pela Global Books, Paris, do francês Gervais Jassaud, com a participação de várias artistas plásticos internacionais, entre eles Hamra Abbas, do Paquistão, Tatjana Doll, da Alemanha, e Susan Bee, dos Estados Unidos. Global Books é uma criação do artista gráfico Gervais Jassaud e já publicou poetas como '''Michel Deguy''', '''Michel Butor''' (França), '''Jerome Rothenberg''', '''Charles Bernstein''' (Estados Unidos), '''Nanni Balestrini''' (Itália), '''Yao Feng''' (China) e  '''Nicole Brossard''' (Canadá), entre outros.
 
Régis Bonvicino é o editor, ao lado de [[Nelson Ascher]] e Michael Palmer, de uma das principais antologias de poesia brasileira das últimas décadas: ''Nothing the Sun Could Not Explain'' (Los Angeles, Sun & Moon Press, 1997), por meio da qual fez poetas brasileiros, como [[Torquato Neto]] e [[Paulo Leminski]], serem – pela primeira vez – traduzidos por poetas norte-americanos de peso como [[Robert Creeley]] e Michael Palmer. ''Nothing the Sun Could Not Explain'' esgotou duas tiragens seguidas.
 
Sobre seu trabalho de poeta escreveram, no Brasil, críticos como Alcir Pécora, [[Haroldo de Campos]], [[Boris Schnaiderman]], [[João Adolfo Hansen]], [[Silviano Santiago]], Marjorie Perloff, Julio Castañon Guimarães, entre vários outros.
 
Bonvicino editou as cartas que Paulo Leminski lhe enviou nos anos 1970, livro com títulos diferentes a cada edição, a última delas pela Editora 34, de 1999: ''Envie meu Dicionário (Cartas e Alguma Crítica)'', que manteve o poeta curitibano à tona, quando pouco se falava dele. A primeira edição do volume, em 1991, teve prefácio de Caetano Veloso.
 
Como editor, publicou revistas como ''Poesia em Greve'', ''Muda'' e ''Qorpo Estranho'' nos anos 1970, esta última com [[Julio Plaza]] – nas quais publicou Paulo Leminski, [[Waly Salomão]], [[José Paulo Paes]], Haroldo de Campos e [[Décio Pignatari]], entre vários. É o criador da revista ''Sibila'', que teve onze números impressos, de 2001 a 2007, e que, desde então, passou a ser exclusivamente eletrônica, com cerca de 300 mil visitas por ano: http://sibila.com.br.
 
Como tradutor, deteve-se no argentino [[Oliverio Girondo]], no francês [[Jules Laforgue]], nos americanos Robert Creeley e [[Charles Bernstein]], entre muitos outros.
 
Como crítico, escreveu na ''Folha de S.Paulo'', em ''O Estado de S. Paulo'', nas revistas ''Veja'' e ''Istoé'' e no extinto ''Jornal do Brasil''. Colabora ainda esporadicamente na ''Folha''.
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