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A [[Cruz da Ordem de Cristo]] era pintada nas velas das [[caravelas]] que partiam, enquanto todas as [[missões]] e [[igrejas]] cristãs além-mar permaneceram sob jurisdição do [[Prior]] de Tomar até [[1514]].
 
A ainda existente [[Igreja de Santa Maria do Olival]], com os seus símbolos místicos Templários foi construída como [[igreja-mãe]] de todas as novas igrejas construídas nos Açores, Madeira, África, Brasil, India e Ásia.
 
[[Imagem:Convento-de-Cristo manuelina.jpg|left|thumb|150px|Janela do Convento de Cristo - Janela do Capítulo]]
Em [[1438]], o Rei Dom [[Duarte de Portugal|Duarte]] seu irmão por se ter deslocado para fora de [[Lisboa]] devido à [[Peste Negra]], morreu em Tomar.
 
Com a expulsão dos [[Judeusjudeus]] de [[Espanha]] em [[1492]], a cidade que tinha uma boa sinagoga acolheu grande número de [[artesãos]], profissionais e mercadores refugiados. A muito significativa população judaica deu novo ímpeto à cidade, com a sua experiência nas profissões e no comércio. Estes foram vitais para o bom êxito da abertura das novas rotas comerciais em África na época dos [[Descobrimentos]]. A sinagoga original, mandada construir pelo Infante Dom Henrique, ainda existe.
 
Durante o Reinado de Dom [[Manuel I de Portugal|Manuel I]] o Convento tomou a sua forma final, com predomínio do novo estilo [[Manuelino]]. Com a crescente importância da cidade enquanto mestre do novo [[império]] comercial português, o próprio Rei pediu e recebeu do Papa o título de Mestre da Ordem.
Em [[1581]] a cidade acolheu as [[Cortes]] que aclamaram o rei Filipe II de Espanha como [[Filipe I de Portugal]].
 
Durante o [[Século XVIII]] Tomar tornou-se numa das cidades industrialmente mais vibrantes de Portugal. O [[Marquês de Pombal]] abre em [[1789]] a Real Fábrica com um mecanismo hidráulico inovador. No Reino de [[Maria I de Portugal|Maria I]] foi fundada outra Fábrica de [[Fiação]] por [[Jácome Ratton]]. O fluxo do rio era usado para produzir trabalho nesta e em muitas outras industriasindústrias, com as do [[papel]], [[vidro]], [[sabões]], [[sedas]], [[Metalurgia|metalúrgicas]] e outras.
 
Tomar esteve sob ocupação militar durante as [[Invasões Francesas]] ordenadas por [[Napoleão Bonaparte]], contra a qual se revoltou. Foi liberada pelas [[tropas luso-inglesas]] comandadas por [[Wellington]].
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