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Na segunda metade do {{séc|XX|x}}, muitas críticas foram feitas à ideologia defendida pelos teóricos [[Teoria populacional neomalthusiana|neo-malthusianos]]. Com bases nessas críticas, teóricos de [[países subdesenvolvidos]] elaboraram a ''[[teoria reformista]]'' que afirma que os [[problema social|problemas sociais]] não são o resultado do [[crescimento populacional]], mas sim da falta de acesso da grande parte da população às riquezas produzidas.
 
Ideias reformistas são muitas vezes baseada em [[liberalismo]],<ref>{{cite bookcitar livro|lastúltimo = Ian |firstprimeiro = Adams |titletítulo=''Ideology and politics in Britain today''|pagepágina= 54-55 |publisherpublicado= Manchester University Press |yearano= 1998 | ISBN==0-7190-5056-1 }}</ref> embora possam estar enraizadas em [[Socialismo|socialistas]] (especificamente, [[Social-democracia|sociais democráticos]] )<ref>{{cite bookcitar livro|lastúltimo = Sejersted and Adams and Daly |firstprimeiro = Francis and Madeleine and Richard |titletítulo= The Age of Social Democracy: Norway and Sweden in the Twentieth Century |publisherpublicado=Princeton University Press|yearano= 2011 |isbn= 978-0691147741|page página= |quotecitação= }}</ref><ref name="Foundations of social democracy, 2009">''Foundations of social democracy'', 2004. Friedrich-Ebert-Stiftung, p. 8, November 2009.</ref> ou conceitos [[Religião|religiosos]] {{Carece de fontes|data=outubro de 2016}}. Algumas dependem da transformação pessoal, outras dependem de pequenas mudanças coletivas, tais como roda de fiar de Mahatma Gandhi e a economia da aldeia auto-sustentável, como um modo de [[mudança social]].<ref>{{Citecitar booklivro|ref=Desai|lastúltimo =Gandhi|firstprimeiro =Mohandas Karamchand|editor=Desai, Mahadev H.|titletítulo=Autobiography: The story of my experiments with truth |pagepágina=89|publisherpublicado=Dover|locationlocal=Mineola, N.Y |yearano=1990|isbn=0-486-24593-4}}</ref><ref>Haferkamp, Hans, and Neil J. Smelser, editors. [http://ark.cdlib.org/ark:/13030/ft6000078s/ "Social Change and Modernity."]Berkeley: University of California Press, c1992 1991.</ref>
 
== Teorias reformistas ==
Na segunda metade do século XX, muitas críticas foram feitas à ideologia defendida pelos teóricos neo-malthusianos. Com bases nessas críticas, teóricos de países subdesenvolvidos elaboraram a teoria reformista que afirma que os problemas sociais não são o resultado do crescimento populacional, mas sim da falta de acesso da grande parte da população às riquezas produzidas.<ref name="Brasil Escola"/>
 
Essa teoria, ao contrário da neomalthusiana, afirma que a superpopulação é consequência e não causa do subdesenvolvimento.<ref name="Brasil Escola">{{citar web |url=http://www.brasilescola.com/geografia/teoria-reformista.htm |título=Teoria Reformista |acessodata=088 de dezembro de 2012 |autor=Eduardo de Freitas |coautores= |data= |ano= |mes= |formato= |obra=R7 |publicado=Brasil Escola |páginas= |língua= |língua2=pt |língua3= |lang= |citação= }}</ref>
 
Em países desenvolvidos, onde há melhor qualidade de vida, ocorre maior controle de natalidade. Em países subdesenvolvidos onde não há grandes investimentos em educação, as pessoas acabam não tendo consciência das determinações econômicas e não se preocupam em gerar menos filhos. Devido a isso, os reformistas propõem reformas nos investimentos,<ref name="Brasil Escola"/> para que haja equilíbrio da educação nesses países.
Kemal se envolveu pessoalmente com a tradução da terminologia científica;<ref name="Geoffrey">Lewis, Geoffrey L. (1999), ''The Turkish Language Reform: A Catastrophic Success'', Oxford University Press ISBN 0-19-823856-8 pág. 66</ref> ele desejava uma reforma linguística fundamentada numa base metodológica.
 
Em 1932, a primeira [[Lista de traduções do Corão#Turco|tradução para o turco]] do Corão foi lida publicamente.<ref name=cleveland178>Cleveland, ''A History of the Modern Middle East'', 181</ref> Mustafa Kemal comissionou uma [[Traduções do Corão|tradução do Corão]] para o turco do ''[[tafsir]]'' Elmalılı Hamdi Yazır. Sua meta mais alta, no campo religioso, era esta tradução do [[Corão]] para o idioma nacional;<ref name="Radu"/> Atatürk queria ''"ensinar religião em turco para o povo turco, que vinha praticando o [[Islã]] sem o compreender por séculos a fio."''<ref name="Radu">Radu, Michael. (2003), ''Dangerous Neighborhood: Contemporary Issues in Turkey's Foreign Relations'', pág. 125, ISBN 978-0-7658-0166-1</ref> A intensidade da oposição à tradução na Turquia pode ser constatada com o fato de que, em 1936, o texto sagrado do [[islamismo]] já havia sido vertido para outras 102 línguas.<ref name =translation>{{citar livro |sobrenome=Fatani |nom =Afnan |subtítulo=''Translation and the Qur'an'' |ano=2006 | título= The Qur'an: an encyclopedia |editor-lastsobrenome =Leaman |editor-firstnome = Oliver |páginas =657-669 | placelocal= Great Britain |editora=Routeledge}}</ref>
 
{{Referências}}
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