Diferenças entre edições de "Alberto Fraga"

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'''João Alberto Fraga Silva''' ([[Estância (Sergipe)|Estância]], [[2 de junho]] de [[1956]]) é um [[político]] [[brasileiro]]. Fraga é coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal. Formado em direito, administração e educação física, é mestre em Segurança Pública. É casado com Mirta Fraga e tem três filhos: Diego, Bruna e Thiago.  Aos 10 anos muda-se para Brasília. Em 1974 ingressa na [[Polícia Militar do Distrito Federal]]. Em [[1996]], é promovido a [[Tenente-Coronel]] por merecimento.
 
Fraga é coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal. Formado em direito, administração e educação física, é mestre em Segurança Pública. É casado com Mirta Fraga e tem três filhos: Diego, Bruna e Thiago.  Aos 10 anos muda-se para Brasília. Em 1974 ingressa na [[Polícia Militar do Distrito Federal]]. Em [[1996]], é promovido a [[Tenente-Coronel]] por merecimento.
 
Em [[1997]] Fraga torna-se assessor parlamentar das polícias militares na [[Câmara dos Deputados]] e também presidente do clube dos oficiais da [[Polícia Militar|PM]]. A proximidade com a vida política o conduz às eleições de [[1998]], quando foi eleito suplente de [[deputado federal]] pelo PMDB , com 21.244 votos. Mas logo no início assumiu uma cadeira na Câmara, sendo eleito mais duas vezes.
No ano de 2014 foi condenado em 1ª Instância em ação ajuizada pelo MPDFT. O órgão ministerial denunciou Alberto Fraga por possuir e manter em depósito, em um apartamento do Hotel Golden Tulip, um revólver calibre 357 Magnum, de uso restrito, marca Smith e Wesson, municiado com seis projéteis e 283 munições, também de uso restrito (145 de calibre 9mm, marca Magtech; 92 de .40, marcas CBC e Magtech; e 46 calibre 357 Magnum), bem como 1.112 munições de arma de fogo de uso permitido. <ref> http://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2014/julho/turma-mantem-condenacao-de-ex-secretario-de-transportes-do-df</ref> Ainda que mantida a condenação na segunda instância (uma vez que o referido processo já foi remetido ao STF, foro competente), Fraga não deixará de cumprir os requisitos da Lei da Ficha Limpa, uma vez que o crime a ele imputado não consta do rol da Lei Complementar n. 135/2010.
 
Em 2015, após uma discussão e troca de agressões entre [[Roberto Freire]] e [[Jandira Feghali]], Fraga afirmou "Ninguém pode se prevalecer da posição de mulher para querer agredir quem quer que seja. E eu digo sempre que mulher que participa da política e bate como homem, tem que apanhar como homem também.". <ref>http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/05/07/jandira-feghali-vai-processar-deputado-alberto-fraga/</ref>
 
Em agosto de 2017 votou pelo arquivamento da denúncia de [[corrupção passiva]] do presidente [[Michel Temer]], cujo índice de aprovação era o pior de um presidente desde a [[ditadura militar]]. <ref>{{citar web |url=http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/veja-como-votaram-os-deputados-do-df-na-analise-de-denuncia-contra-temer.ghtml |titulo=Veja como votaram os deputados do DF na análise da denúncia contra Temer |autor= |data=02/08/2017 |obra=G1 Distrito Federal |publicado= globo.com |acessodata=02/08/2017 }}</ref><ref>{{citar web |url=https://www.cartacapital.com.br/politica/temer-tem-a-pior-aprovacao-desde-o-fim-da-ditadura-diz-ibope |titulo=Temer tem a pior aprovação desde o fim da ditadura, diz Ibope |autor= |data=27/07/2017 |obra=Carta Capital |publicado= |acessodata=02/08/2017}}</ref>
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{{referências}}
 
{{Atuais parlamentares do Distrito Federal no Congresso Nacional do Brasil}}
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