Diferenças entre edições de "Nair de Tefé"

206 bytes adicionados ,  20h22min de 14 de agosto de 2017
m
sem resumo de edição
(→‎Biografia: Correção)
Etiquetas: Edição via dispositivo móvel Edição feita através do sítio móvel
m
Deixou de exercer sua carreira como caricaturista em [[8 de dezembro]] de [[1913]], ao casar-se com o [[presidente do Brasil]], o [[marechal]] [[Hermes da Fonseca]]. Embora já estivessem [[noivado|noivos]] desde [[6 de janeiro]] do mesmo ano. Hermes era [[viúvo]] de [[Orsina da Fonseca]] (falecida em [[1912]]).
 
Nair de Tefé foi uma mulher à frente de seu tempo. Lançou no Brasil a moda de calças compridas para mulheres e a de montar a cavalo como homem<ref>''Veja'', edição 667, de 17 de junho de 1981</ref>. A primeira-dama promovia [[sarau]]s no [[Palácio do Catete]] - o [[Palácio Presidencial]] brasileiro da época -, que ficaram famosos por introduzir o [[violão]] nos salões da sociedade. Sua paixão por [[música popular brasileira|música popular]] reunia amigos para recitais de modinhas.
 
As interpretações de [[Catulo da Paixão Cearense]] fizeram sucesso e, em [[1914]], incentivaram Nair de Tefé a organizar um recital de lançamento do ''Corta Jaca'', um [[maxixe]] composto por [[Chiquinha Gonzaga]] (sua amiga). Foram feitos críticas ao governo e retumbantes comentários sobre os "escândalos" no palácio, pela promoção e divulgação de músicas cujas origens estavam nas danças lascivas e vulgares, segundo a concepção da elite social. Levar para o palácio presidencial do Brasil a [[Música popular brasileira|música popular]] foi considerado, na época, uma quebra de [[protocolo]], causando polêmica nas altas esferas da sociedade e entre políticos. [[Rui Barbosa]] chegou a pronunciar o seguinte discurso no Senado Federal a 7.11.1914:
Em 1932, retornou ao [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], onde fundou em [[28 de novembro]] de [[1932]] o [[Cinema Rian]], na [[Avenida Atlântica]], em [[Copacabana]].
 
Dezessete anos depois, já [[viúva]], Nair, aos setenta e três anos, voltou a fazer caricaturas, inclusive de várias personalidades. No fim dos [[década de 1970|anos 1970]], participou das comemorações do [[Dia Internacional da Mulher]]. Morreu de infecção pulmonar agravada por [[insuficiência cardíaca]], no [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], em [[1981]], no dia de seu aniversário de noventa e cinco anos.
 
{{Referências}}
289

edições