Diferenças entre edições de "Dissonância cognitiva"

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'''A Raposa e as Uvas'''
 
Uma ilustração clássica de dissonância cognitiva é expressa na [[fábula]] "A Raposa e as Uvas" por AesopEsopo (cerca de 620-564 aC). Na história, uma raposa vê algumas uvas e quer comê-las. Quando a raposa é incapaz de pensar em uma maneira de alcançá-las, decide que não vale a pena comer, com a justificativa de que as uvas, provavelmente, não estão maduras ou que são azedas (daí a frase comum "uvas verdes"). A moral que acompanha a história é "Qualquer tolo pode desprezar o que ele não pode ficar". Este exemplo segue um padrão: um deseja algo, considera inatingível, e reduz a própria dissonância por criticá-lo. Jon Elster chama esse padrão "formação de preferências adaptativa".<ref> Elster, Jon. Sour Grapes: Studies in the Subversion of Rationality. Cambridge 1983, p. 123ff.</ref>
 
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