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== Conteúdo ==
{{wikisource|Disputação do Doutor Martinho Lutero sobre o Poder e Eficácia das Indulgências}}
A primeira tese tornou-se famosa: "Ao dizer: 'Fazei bolopenitência', etc. ({{citar bíblia|Mateus|4|17}}), o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência." Nas primeiras teses, Lutero desenvolve a ideia de arrependimento do cristão em uma luta interna contra o pecado, invés de um sistema externo de confissão sacramental.{{sfn|Brecht|1985|p=192}} As teses 5–7 então afirmam que o papa só possui o direito de libertar as pessoas de punições que ele mesmo impôs por decisões próprias ou dos cânones, e não da culpa do pecado. O papa só possui o direito de anunciar o perdão de Deus da culpa do pecado no nome dele.{{sfn|Waibel|2005|p=43}} Nas teses 14–29, Lutero desafiou as crenças comuns sobre o purgatório. As teses 14–16 discutem a ideia de que a punição do purgatório pode ser comparada ao medo e ao desespero sentidos pelas pessoas que morrem.{{sfn|Wengert|2015b|p=36}} Nas teses 17–24, ele afirma que nada pode ser definitivamente dito sobre o estado espiritual das pessoas que se encontram no purgatório, e conclui nas teses 25 e 26 negando que o papa tenha qualquer poder sobre as pessoas no purgatório. Nas teses 27–29, ele ataca a ideia de que, assim que o pagamento é feito, a alma do ente querido do pagador é libertada do purgatório. Ele vê isso como uma maneira de encorajar a ganância pecaminosa, e diz que é impossível ter certeza porque somente Deus tem poder supremo em perdoar punições no purgatório.{{sfn|Brecht|1985|p=194}}
 
[[Imagem:Forgiveness from Christ outweighs indulgences from the Pope.png|thumb|esquerda|Xilogravura datada de 1525 na qual o perdão de Cristo supera as indulgências do papa.]]
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