Diferenças entre edições de "Acarajé"

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O acarajé dos [[Iorubás]] da África Ocidental ([[Togo]], [[Benim]], [[Nigéria]], [[Camarões]]), que corresponde à iguaria consumida no Brasil, é semelhante ao [[falafel]] [[Culinária árabe|árabe]] inventado no [[Oriente Médio]]. Os árabes levaram essa iguaria para a [[África]] em diversas incursões entre os séculos VII e XIX. As [[fava]]s secas e [[grão de bico]] do falafel foram alternados pelo [[feijão-fradinho]] na África.<ref>Revista GOSTO - Isabella Editora - São Paulo -SP; Nr.004 (outubro 2009), Página 87 - Crônica Histórica - ''A viagem do acarajé'' - Artigo de ''J.A Dias Lopes''</ref><ref>[http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,o-pai-do-acaraje-baiano,337517,0.htm semelhança das receitas confirma uma tese do acarajé com Falafel. Jamais haverá unanimidade sobre o local exato da invenção do falafel]</ref>
 
Durante o processo de escravização africana, o acarajé foi trazido ao Brasil pelas pessoas escravizadas. [[Manuel Querino]], em descrição [[Etnografia|etnográfica]] do acarajé no livro "A arte culinária na Bahia" ([[1916]]), conta que "no início o feijão-fradinho era ralado na pedra, de 50 centímetros de comprimento por 23 de largura, tendo cerca de 10 centímetros de altura. A face plana, em vez de lisa, era ligeiramente picada por canteiro, de modo a torná-la porosa ou crespa. Um rolo de forma cilíndrica, impelido para frente e para trás, sobre a pedra, na atitude de quem mói, triturava facilmente o [[milho]], o [[feijão]], o [[arroz]]".
 
== Acarajé de orixá ==