Diferenças entre edições de "João Maria Ferreira do Amaral (Governador de Macau)"

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Em consequência da [[Guerras do ópio#A primeira Guerra do Ópio (1839-1842)|Primeira Guerra do Ópio]], [[Inglaterra]] fundou uma colónia na ilha de [[Hong Kong]], que se tornou o porto ocidental mais importante na China.
Estes acontecimentos levaram o governo de Portugal, em [[1844]], a decidir tornar [[Macau]] [[Hist%C3%B3ria_de_Macau#A_autoridade_portuguesa_consolidada_pelo_Governador_AmaralA_autoridade_portuguesa_consolidada_pelo_Governador_Ferreira_do_Amaral|uma verdadeira colónia portuguesa]]. Em [[1845]], a cidade foi declarada um porto franco e tornada independente do [[Estado Português da Índia|governo da Índia]], ao qual estava sujeita até então.
 
Macau tinha até então duas [[alfândega]]s: a portuguesa, que cobrava impostos sobre o comando dos navios nacionais, constituindo a única renda pública de que se pagava aos funcionários da cidade; e a chinesa (o ''Ho-pu''), cujos impostos eram cobrados pelos [[mandarim|mandarins]] do Império Chinês. O Governador Ferreira do Amaral expulsou os mandarins de Macau, aboliu a alfândega chinesa, pôs fim ao pagamento de vários tributos e impostos (de entre os quais o aluguer de Macau) às autoridades chinesas, abriu os portos, construiu estradas nos campos anteriormente vedados pelos chineses, ocupou oficialmente a ilha da [[Taipa]], lançou tributos e reorganizou os serviços públicos.
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