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A pintura representa os momentos antecedentes do fim trágico de [[Inês de Castro]] que ocorreu a 7 de janeiro de 1355, após o rei [[Afonso IV de Portugal|D. Afonso IV]] concordando com os seus conselheiros ter dado a ordem do assassinato da mulher do seu filho, o infante [[Pedro I de Portugal|D. Pedro]], o que veio a suceder no paço de Santa Clara, em Coimbra, onde ela vivia.
 
Segundo a página do Museu Militar de Lisboa, Columbano inspirou-se em ''[[Os Lusíadas]]'' para pintar ''Drama de Inês de Castro'', bem como as 3 outras pinturas suas que estão neste museu, designadamente, ''O Velho do Restelo'', ''O Concílio dos Deuses'' e ''Vénus em auxílio dos Navegadores Portugueses''.<ref>Página web do Museu Militar de Lisboa, [httphttps://www.exercito.pt/sitespt/MusMilLisboaquem-somos/Visitaorganizacao/Paginasceme/24.aspxvceme/dhcm/lisboa]</ref>
 
[[Luís de Camões]], na Estrofe 125 do Canto Terceiro de ''Os Lusíadas'', canta assim o momento da súplica de Inês imaginado por Columbanoː<ref>Luís de Camões, ''Os Lusíadas'', Colecção ''História da Literatura'', 1994, Editores Reunidos, Lda. e R.B.A. Editores S.A., pag. 104, ISBN 972-747-105-6</ref>
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