Diferenças entre edições de "Pomeranos"

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transposição da seção sobre o casamento que estava no verbete sobre os pomeranos eslavos.
(transposição da seção sobre o casamento que estava no verbete sobre os pomeranos eslavos.)
 
Essa expulsão foi trágica: até 1950, 498.000 pomeranos que viviam a leste da linha Oder-Neisse morreram na jornada, cerca de 26,4% da população. Dos 498 mil mortos, 375 mil eram civis, e 123 mil eram soldados da [[Wehrmacht]]. Estima-se que um milhão de alemães foram expulsos da parte polonesa da província em 1945 e nos anos seguintes. Somente 7.100 km2 da Pomerânia permaneceu com a Alemanha, cerca de um quarto do tamanho da província antes de 1938 e um quinto do tamanho depois.<ref name="Werner Buchholz 1999, p.515"/> Os pomeranos tiveram que se refugiar em outras regiões da Alemanha, onde a língua pomerana não era falada. Após a Guerra, o pomerano tornou-se uma língua moribunda na Europa, e seus falantes foram deixando de usá-lo, em detrimento do idioma alemão, considerado a língua de prestígio.<ref>[http://periodicos.ufes.br/conel/article/view/2009 ESTRUTURA SILÁBICA DA LÍNGUA DE IMIGRAÇÃO POMERANA: ANÁLISES PRELIMINARES]</ref><ref>[http://portalypade.mma.gov.br/bblio-pomeranos?download=95:o-pomerano-uma-lingua-baixo-saxonica1 O POMERANO: UMA LÍNGUA BAIXO-SAXÔNICA]</ref> Por essa razão, o pomerano está, atualmente, praticamente extinto na Europa.<ref>Jan M Piskorski, Pommern im Wandel der Zeit, pp.381ff, ISBN 839061848</ref><ref>Tomasz Kamusella in Prauser and Reeds (eds), ''The Expulsion of the German communities from Eastern Europe'', p.28, EUI HEC 2004/1 [http://cadmus.iue.it/dspace/bitstream/1814/2599/1/HEC04-01.pdf]</ref><ref>Philipp Ther, Ana Siljak, ''Redrawing Nations: Ethnic Cleansing in East-Central Europe, 1944-1948'', 2001, p.114, ISBN 0742510948, 9780742510944</ref><ref>Gregor Thum, ''Die fremde Stadt. Breslau nach 1945", 2006, pp.363, ISBN 3570550176, 9783570550175''</ref><ref name="Werner Buchholz 1999, p.515">Werner Buchholz, Pommern, Siedler, 1999, p.515, ISBN 3886802728</ref><ref>[http://books.google.de/books?id=Js8XWnqR6HMC&pg=PA140&dq=vertreibung+polen&lr=&sig=ACfU3U3NdOJdTE4UOsjN6kQyponjdFIP8A#PPA142,M1 Dierk Hoffmann, Michael Schwartz, ''Geglückte Integration?'', p142]</ref><ref>Karl Cordell, Andrzej Antoszewski, ''Poland and the European Union'', 2000, p.168, ISBN 0415238854</ref><ref name=Piskorski406>Jan M Piskorski, Pommern im Wandel der Zeit, p.406, ISBN 839061848</ref><ref>Selwyn Ilan Troen, Benjamin Pinkus, Merkaz le-moreshet Ben-Guryon, ''Organizing Rescue: National Jewish Solidarity in the Modern Period'', pp.283-284, 1992, ISBN 0714634131, 9780714634135</ref>
 
==A Tradição do Casamento Pomerano==
 
O casamento pomerano é uma tradição que os distingue,especialmente nas comunidades pomeranas brasileiras.
 
O vestido da noiva, por exemplo, era preto em sinal de protesto, pois quando a moça se casava sua primeira noite após o casamento deveria
ser com o senhor feudal e não com seu marido{{carece de fontes}}. Usava uma faixa verde na cintura que simbolizava a esperança de não estar mais em poder do senhor feudal em sua noite de núpcias. O que era protesto se transformou em costume trazendo um marco na cultura Pomerana.
 
O quebra-louças é um dos eventos mais chamativos da tradição, que tem como objetivo trazer coisas boas ao casal, acreditando que quanto mais cacos houver, mais sorte os noivos terão, por isso a dança é realizada sobre a louça quebrada e mesmo depois de recolhidos são espalhados novamente para que se multipliquem.
 
Durante a festa que tem duração de três dias, os convidados usam fitas pregadas em suas roupas cujas cores simbolizam sua situação
conjugal. O vermelho para os solteiros e o azul para os casados.  
 
{{Referências}}