Diferenças entre edições de "Orestes (Eurípides)"

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Arrowsmith também declarou que, "Estou tentado a ver na peça a imagem [[profecia|profética]] de Eurípides da destruição final de [[Atenas]] e da [[Hellas]], ou dessa Hellas a quem um homem civilizado ainda pode dar todo o seu empenhamento."<ref name=final>Arrowsmith, p. 111.</ref>
 
Para além da vontade dos deuses, é notado o papel do [[Direito natural|direito natural]] e da sua tensão com a lei feita pelo homem. Por exemplo, Tíndaro argumenta a Menelau que a lei é fundamental para a vida do homem, a que Menelau contrapõe que a obediência cega a qualquer coisa, mesmo a lei, é um atributo de um escravo.<ref name=law>Menelau diz a Tíndaro, "A obediência cega à lei - ou a qualquer outra coisa - é a marca de um escravo; é a visão moderna comummente aceite." Euripides. ''Orestes.'' Trad. Andrew Wilson. 1993, [http://www.users.globalnet.co.uk/~loxias/orestes.htm]</ref>
 
Talvez que a ideia mais importante da peça seja a afirmação definitiva de Apolo de que paz é o valor que primeiro deve ser reverenciado mais do que todos os outros. Orestes é o que melhor personifica esse valor ao poupar a vida do frígio, fazendo valer a ideia de que que a beleza da vida transcende as fronteiras culturais, seja alguém escravo ou homem livre. Esta foi também a única súplica com sucesso na peça. Este ponto é de especial valor, dado que a Guerra do Peloponeso já durava há quase um quarto de século na época da produção desta peça.
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