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213 bytes adicionados ,  10h08min de 12 de setembro de 2017
A intuição por trás da definição formal do cardinal é a construção de uma noção do tamanho relativo ou "grandeza" de um conjunto sem referência ao tipo de membros que ele tem. Para conjuntos finitos isso é fácil; uma simples conta acha o número de elementos de um conjunto. A fim de comparar os tamanhos dos conjuntos maiores, é necessário apelar para noções mais sutis.
 
Um conjunto ''A'' é pelo menos tão grande como, ou maior do que, ou igual a um conjunto ''B'', se houver um mapeamento (um-para-um) [[Função injectiva|injetivo]] a partir dos elementos de ''B'' para os elementos de ''A''. Um mapeamento um-para-um identifica cada elemento do conjunto ''B'' com um único elemento do conjunto de ''A''. Isto é mais facilmente compreendida por um exemplo; suponha que temos os conjuntos ''B'' = {1,2,3} e ''A'' = {a, b, c, d }, então usando a noçãonoçã[[O do tamanho, observa-se que não há um mapeamento:1 → a2 → b|o do tamanho, observa-se que não há um mapeamento:]]
 
[[O do tamanho, observa-se que não há um mapeamento:1 → a2 → b|1 → a]]
1 → a
 
[[O do tamanho, observa-se que não há um mapeamento:1 → a2 → b|2 → b]]
2 → b
 
3 → c
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