Diferenças entre edições de "American way of life"

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Durante o tempo da [[Guerra Fria]], a expressão foi usada pela mídia para destacar as diferenças de padrões de vida das populações dos Estados Unidos e da União Soviética. Naquela época, a cultura popular americana amplamente abraçava a ideia de que qualquer pessoa, independentemente das circunstâncias do seu nascimento, poderia aumentar significativamente seu padrão de vida através da determinação, do trabalho duro e da habilidade natural. No setor do emprego, esse conceito foi expresso pela crença de que um mercado competitivo promoveria o talento individual e o interesse renovado no empreendedorismo. Politicamente, ela tomou a forma de uma crença na superioridade de uma democracia livre, fundada em uma expansão produtiva e econômica sem limites.
 
Um livro de Will Herberg, publicado em 1955,<ref>Herberg, William (1955). ''Protestant, Catholic, Jew: an Essay in American religious sociology''. University of Chicago Press.</ref> identificou politicamente o ''American Way of Life'', como sendo "composto quase que igualmente de democracia e livre iniciativa" - a "religião comum" da sociedade americana. Para ele, o modo de vida americano é [[individualista]], dinâmico, [[pragmático]]. Afirma o valor supremo e a dignidade do indivíduo, salienta a atividade incessante de sua parte, pois nunca é demais se esforçar para "chegar à frente", define uma ética de [[autossuficiência]], o personagem de mérito, e os critérios de realização: o que conta são "as ações, não os credos". O "American Way of Life" humanitário, otimista. Os americanos são facilmente as pessoas mais generosas e [[filantrópica]]s em todo o mundo, em termos de resposta pronta e irrestrita ao sofrimento em qualquer lugar do globo. O americano acredita no progresso, na autoaperfeiçoamento, e fanaticamente na educação. Mas acima de tudo, o norte-americano é idealista. Os americanos não podem continuar a ganhar dinheiro ou alcançar sucesso no mundo simplesmente por seus próprios méritos; tais "materialistas" devem, na mente dos americanos, justificar-se por "superior" em termos de "serviço" ou "administração" ou "bem-estar geral "... E porque são tão idealistas, os americanos tendem a ser moralistas, e eles estão inclinados a ver todas as questões como questões claras e simples, preto e branco, da moralidade [2].
 
Como observa um comentarista, "a primeira metade da declaração Herberg ainda se mantém verdadeira quase meio século depois que ele formulou pela primeira vez", embora "as últimas reivindicações Herberg têm sido severamente se não completamente minadas... o [[materialismo]] já não precisa ser justificado em termos altissonantes". <ref>Wood, Ralph C (2004). ''Flannery O'Connor and the Christ-haunted South''. Wm. B. Eerdmans Publishing. p. 21.</ref>
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