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|grupo = Jarauaras<br/>(Jarawara)
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|população = 271<ref name="isa-quadro">{{citar web|url=https://pib.socioambiental.org/pt/c/quadro-geral|título=Quadro Geral dos Povos|publicado=[[Instituto Socioambiental]]|acessodata=2 de setembro de 2017}}</ref>
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|populaçãoref1 = 271Jarawara, 2014<ref name="isa-quadro">{{citar web|url=httpshttp://pib.socioambiental.org/pt/c/quadro-geral|título=Quadro Geral dos Povos|publicadoobra=Enciclopédia dos Povos Indígenas no Brasil|último=[[Instituto Socioambiental]]|acessodata=219 de setembro de 2017}}</ref>
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== Localização ==
 
Os Jarauaras vivem na terra indígena Jarawara/Jamamadi/Kanamanti, homologada em 1998 e situada no médio [[Purus]], entre os municípios de [[Lábrea]] e [[Tapauá]]. O território em que habitam há pelo menos oitenta anos corresponde a um terço do total da terra indígena, também habitada pelos [[Jamamadi]]/[[Kanamanti]], e abrange regiões de terra firme e de transição com a várzea.<ref>SCHRÖDER, P. (2002), “Levantamento Etnoecológico do Complexo Médio Purus II - Resumo”, relatório para o Projeto Integrado de Proteção às Populações e Terras Indígenas da Amazônia Legal (PPTAL), mimeo</ref>
 
O nome da etnia Jarawara não aparece, ao contrário dos outros grupos da região, em nenhum documento histórico sobre o rio Purus. Assim, não podemos saber, por meio deste tipo de fonte, a origem desta população. Por outro lado, os próprios índios afirmam terem vindo do “Alto Purus, do [[Acre]]”, ou seja, eles desceram o rio até chegarem onde estão atualmente. Baseados em relatos biográficos, foi suposto que eles moram na área, hoje homologada, há pelo menos oitenta anos, mas é difícil determinar com exatidão as datas, pois a memória histórica parece acompanhar a memória genealógica que, como em diversos povos indígenas, não ultrapassa duas gerações superiores a atual. Eles relatam que “os seus avós disseram que os avós deles disseram que” vieram do Alto rio Purus e se instalaram na região.
 
== Língua ==
 
Falam a língua jarawara, da família lingüistica [[Arauá|Arawa]], bastante parecida com as línguas (também da mesma família) dos [[Jamamadi]] e dos [[Banawa-yafi]] com quem se comunicam facilmente se necessário. No entanto, a entonação e a maneira de falar é nitidamente diferente, sendo o jarawara mais veloz e menos nasal que as outras duas línguas. Apenas dois ou três homens falam fluentemente o português.
 
A língua foi estudada em profundidade pelo linguista-missionário [[Alan Vogel]] e por [[Robert Dixon]], que publicaram diversos artigos, teses e livros sobre o assunto. A ortografia jarawara consiste em onze consoantes (b, t, k, f, s, h, m, n, r, w, y) e apenas quatro vogais (a, e, i o) e foi elaborada em 1988 por membros do [[Sociedade Internacional de Linguística]] (SIL), levando em conta sobretudo a ortografia jamamadi, que tem praticamente o mesmo inventário fonêmico.<ref>VOGEL, A. R. (2006), “Dicionário Jarawara- Português”, Sociedade Internacional de Lingüística, Cuiabá, edição online</ref>
 
{{Referências|col=2}}
 
== Ligações externas ==
* {{link|pt|2=https://pib.socioambiental.org/pt/povo/jarawara|3=Povos Indígenas no Brasil - Jarawara|4=Instituto Socioambiental}}
 
{{esboço-indígena}}
{{sem imagem|cat=sobre povos indígenas do Brasil}}
 
[[Categoria:PovosJarauaras| indígenas do Brasil]]
[[Categoria:Cultura de Lábrea]]
[[Categoria:Cultura de Tapauá]]
[[Categoria:Povos indígenas da Amazônia]]