Diferenças entre edições de "Garcia de Noronha"

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==Biografia==
[[Dom (título)|D.]] Garcia de Noronha era filho de D. [[Fernando de Noronha]] e de sua mulher Constança de Castro, neto paterno de D. [[Pedro de Noronha]], [[Arcebispo de Lisboa]], e de Branca Dias Perestrelo, única filha do primeiro casamento de [[Bartolomeu Perestrelo]] com Branca Dias.<ref name="SR">{{citar livro|autor=[[Manuel Abranches de Soveral]]|título=Sangue Real|editora=Edição do Autor ISBN 972-97430-1-0|ano=Porto, 1998|páginas=|id=}}</ref>
 
Antes foi [[capitão-mor do mar da Índia]], cargo imediatamente abaixo do de vice-rei, na altura este era exercido por seu tio materno, [[Afonso de Albuquerque]], com o qual esteve nas conquistas de [[Goa]], [[Ormuz]] e [[Calecute]] e cujo governo secundou.
 
Foi [[fidalgo do Conselho]] de [[D. Manuel I]] e [[D. João III]], 1.° [[Senhorialismo|senhor]] do [[Cartaxo (freguesia)|Cartaxo]] e [[alcaide-mor]] do [[Castelo do Cartaxo]], moço fidalgo e depois [[cavaleiro]] [[fidalgo]] da [[Casa Real]], e tinha de moradia 6.500 reais por mês quando no início de [[1538]] regressou à Índia, na nau ''Espírito Santo'', para tomar posse como vice-rei. D. Garcia foi considerado «''um dos maiores homens de Portugal''» ou, como diziam na Índia, «''o mais ousado doudo de Portugal''», e a sua vida é tratada pelo cronistas, nomeadamente [[João de Barros]], [[Damião de Góis]], [[Fernão Lopes de Castanheda]] e [[Brás de Albuquerque]], além de ser referido por [[Luís Vaz de Camões]] nos «''Lusíadas''».
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