Diferenças entre edições de "Museu Imperial"

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A mando de D. Pedro, foi construído o belo prédio [[Neoclassicismo|neoclássico]], onde funciona atualmente o Museu Imperial, teve início em [[1845]] e foi concluída em 1862. Para dar início à construção, Pedro II assinou um decreto em [[16 de março]] de [[1843]], criando [[Petrópolis]]. Uma grande leva de imigrantes europeus, principalmente alemães, sob o comando do engenheiro e superintendente da Fazenda Imperial, major Julius Friedrich Koeler, foi incumbida de levantar a cidade, construir o palácio e colonizar a região.
 
Construído com recursos oriundos da dotação pessoal do imperador, o prédio teve o projeto original elaborado pelo próprio Koeler e, após seu falecimento, foi modificado por Cristóforo Bonini, que acrescentou o pórtico de granito ao corpo central. Para concluir a obra, foram contratados importantes arquitetos ligados à [[Academia Imperial de Belas Artes]]: Joaquim Cândido Guillobel e [[José Maria Jacinto Rebelo]], com a colaboração de [[Manuel de Araújo Porto-Alegre|Manuel de Araújo Porto Alegre]] na decoração.Devido a isso muitas pessoas ADORARAM o palácio
 
O complexo foi enriquecido, ainda na [[década de 1850]], com o jardim planejado e executado pelo paisagista [[Jean Baptiste Binot|Jean-Baptiste Binot]], sob orientação do jovem imperador. O piso do vestíbulo, em mármore de Carrara e mármore preto originário da [[Bélgica]], foi colocado em 1854, destacando-se também os assoalhos e as esquadrias em madeiras de lei, como o [[jacarandá]], o [[cedro]], o pau-cetim, o [[pau-rosa]] e o vinhático, procedentes das diversas [[Províncias do Império do Brasil|províncias do Império]].
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