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Integrou o Centro de Estudos Sociais, fundado em [[1914]] no [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], organizou com Orlando Correa Lopes e José Henrique Netto o congresso anarquista de [[1915]]<ref>GOMES, Angela de Castro. ''[https://books.google.com.br/books?id=uhOHCgAAQBAJ A invenção do trabalhismo]''. Editora FGV, 2015, [https://books.google.com.br/books?id=uhOHCgAAQBAJ&pg=PT93 p.93]</ref><ref>ARAÚJO, Clara; SCALON, Maria Celi. [https://books.google.com.br/books?id=Bqt3tEvGre4C Gênero, família e trabalho no Brasil]. FGV, 2005. Páginas 94-95</ref>. Escreveu, com Manoel Campos e Antonio Moutinho, o livro ''O anarquismo perante a organisação sindical: para desfazer mal entendidos'' ([[1916]])<ref>[https://pt.scribd.com/document/57539274/Breve-e-incompleta-relacao-de-livros-de-cunho-social-publicados-nem-todos-no-Brasil Breve e incompleta relação de livros de cunho social publicados (nem todos) no Brasil]. Centro de Estudos e Pesquisas Social/2011. Página 24</ref>.
 
Ao lado de [[José Oiticica]], [[Astrojildo Pereira]] e [[Manuel Campos]], entre outros, foi um dos articuladores da [[Insurreição anarquista de 1918]] que inspirada pela [[Revolução Russa]] pretendia derrubar o governo central na então capital do país<ref>ABREU, Alzira Alves de. [https://books.google.com.br/books?id=vi2HCgAAQBAJ Dicionário histórico-biográfico da Primeira República (1889-1930)]. FGV, 2015, [https://books.google.com.br/books?id=vi2HCgAAQBAJ&pg=PT4067 p. 4067].</ref>. Foi um dos 9 fundadores do [[Partido Comunista Brasileiro]]<ref>[https://pcb.org.br/portal2/10702 A fundação do PCB em 25 de março de 1922]. PCB</ref>.
 
São poucos os registros biográficos a seu respeito. Em entrevista á [[Fundação Getúlio Vargas|FGV]], [[Otávio Brandão]] afirma que, ao contrário do que consta nos documentos do PCB, ele não era operário, e sim [[funcionário público]], e trabalhava na Escola Visconde de Mauá, em [[Marechal Hermes]]<ref>[http://www.fgv.br/cpdoc/historal/arq/Entrevista213.pdf Otávio Brandão]. Depoimento, 1977</ref>.