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Esse que tem como objetivo triunfar sobre o adversário é a [[Ditadura do Proletariado]] caracterizada por uma absorção das funções que a sociedade destinou ao estado bem como pela luta contra o capitalismo. Em "Guerra Civil na França", Marx e Engels explicam que a ditadura do proletariado busca a gestão social de todas as esferas da política e da administração e para isso defende democracia direta a partir das cidades, elegibilidade com mandatos imperativos aos técnicos necessários a administração e formação de uma mílicia popular. Assim desapareciam as características do Estado como a burocracia e o exército permanente separado da sociedade. O caráter ditatorial seria dado pela imposição do comunismo à burguesia e expropriação forçada dos meios de produção.
 
A partir de Marx e Engels, a doutrina marxista do Estado em parte se degenerou e em parte se ampliou. [[Lenin]] passa a defender que alguns anos após a revolução ainda haveria necessidade do Estado, [[Trotsky]], em "Revolução Traída", vê a necessidade da permanência de um Estado muito depois da revolução, pois Engels afirma que o Estado só desaparece com o fim da luta pela existência individual (ignorando que segundo Engel ela resulta da propriedade privada) e Stálin acaba por identificar o socialismo, o que Marx chamava de primeira fase da sociedade comunista, com a ditadura do proletariado. Apesar disso, muitos autores como [[Antonio Gramsci]] (''ver: [[Neogramscismo]]'') e mesmo Trotsky e Lenin contribuíram positivamente com a concepção marxista de Estado com o conceito de [[Hegemonia]], por exemplo
 
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