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No que se refere ao estudo das línguas, Filipa de Lencastre foi educada à maneira nobre e aristocrática, isto é, aprendeu [[latim]] suficientemente para ler livros [[Liturgia|litúrgicos]], além de [[Língua_francesa|francês]] e [[Língua_inglesa|inglês]] para ler romances ou livros de instruções. Foi ensinada a agir de acordo com as virtudes femininas apreciadas na época, tais como modéstia, humildade e [[pureza espiritual]].{{harvref|Silva|2009b|p=39-40}}
 
Quando tinha aproximadamente nove anos, vivenciou o falecimento da sua madrinha e avó paterna. Logo em seguida, sua mãe foi vítima da peste e também morreu. Filipa, então, passou aos cuidados de [[Catarina_Swynford|Catarina Swynford]] que viria a se tornar amante de seu pai ainda durante o segundo casamento dele com [[Constança_de_Castela,_duquesa_de_Lencastre|Constança]], filha mais velha e herdeira de [[Pedro I de Castela]].{{harvref|Oliveira|2010|p=394-395}}
 
Os registos de despesas de seu pai mostram que ele era generoso tanto com os seus filhos legítimos como para os membros da sua corte.{{harvref|Silva|2009b|p=202-203}} Essa característica influenciaria a vida de Filipa, que também viveu sob o clima literário da corte de seu pai. Considerado um [[Mecenato|mecenas]], ele foi seu principal exemplo, inspirando-a a criar o seu próprio círculo de poetas através de um grupo cortesão de leitura conhecido como "A flor e a folha". O poeta [[Eustache Deschamps]], membro desse grupo, dedicou a Filipa um poema no qual a comparava a uma flor. Tratava-se de um reconhecimento por seu notável papel no incentivo à literatura inglesa.{{harvref|Silva|2009b|p=43-44}}
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