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Durante seu mandato, Galo teve que lidar com uma [[revolta judaica contra Galo|revolta dos judeus]] da [[Judeia]], uma rebelião que provavelmente já havia iniciado antes de Galo, mas que foi, mesmo assim, esmagada por seu general [[Ursicino (general romano)|Ursicino]], que mandou executar todos os rebeldes. Na época, Galo foi salvo de um complô para matá-lo quando uma mulher revelou que pessoas que viviam em sua casa estavam conspirando contra ele. Algumas fontes, entre as quais [[João Zonaras]], alegam que este complô foi organizado por Magnêncio para tentar distrair Constâncio.
 
[[Filostórgio]] afirma que os generais de Galo venceram uma campanha contra os [[sassânidas]]. Outras fontes descartam essa opinião afirmando que havia uma situação de paz entre romanos e o Império Sassânida na época. Em 354, Galo enviou o [[conde do Oriente]] [[Nebrídio (conde do Oriente)|Nebrídio]] contra os [[isaurianosisauros]] que estavam atacando a cidade de [[Selêucia no Tigre]].
 
Seja por causa da necessidade de juntar comida para as tropas para suprir uma campanha contra os persas ou de uma seca, o fato é que o suprimento de cereais da cidade se exauriu. Para conter os altos preços, Galo forçou a publicação de algumas leis sem considerar a opinião do [[Senado romano|Senado]], alienando desta forma a opinião da classe senatorial da cidade. [[Amiano Marcelino]], que era desta mesma classe, conta como a fúria do povo de Antioquia por causa da fome foi desviada de Galo pelo [[consular da Síria]] (''consularis syriae'') Teófilo, que acabou assassinado pela turba.