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Pompeu havia servido dois anos sob o comando do pai e participou dos movimentos finais da [[Guerra Social (91–88 a.C.)|Guerra Social]] contra as [[Lista de povos itálicos|tribos itálicas]]. Ele voltou a Roma e foi processado por ter sido acusado de apropriação indébita dos saques, mas seu noivado com uma das filhas do juiz do caso, [[Antístia]], assegurou sua rápida absolvição.<ref>[[Plutarco]], ''[[Vidas Paralelas (Plutarco)|Vidas Paralelas]]'', pg 126</ref>
 
Nos anos seguintes, os [[Caio Mário|marianos]] [[Regnum Cinnanum|tomaram posse]] da [[Itália (província romana)|Itália]].<ref>Boak, History of Rome, pgs 145-6</ref> Quando Sula retornou de [[Primeira Guerra Mitridática|sua campanha]] contra {{lknb|Mitrídates|VI|do Ponto}}, em {{AC|83|x}}, Pompeu arregimentou três legiões em Piceno para apoiá-lo contra o regime mariano comandado por [[Cneu Papírio Carbão]].<ref>[[Dião Cássio]] descreve esse alistamento como de um "pequeno bando": [[Dião Cássio]], [http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Cassius_Dio/30-35*.html ''História Romana'' 33, frag. 107]</ref>
 
Sula e seus aliados expulsaram os marianos da Itália em Roma e Sula, já [[ditador romano|ditador]] (o primeiro em mais de um século), ficou impressionado com o desempenho e auto-confiança do jovem Pompeu. Sula chamou-o de ''[[imperator]]'' e ofereceu-lhe sua enteada, [[Emília Escaura]], em casamento. Emília &mdash; já casada e grávida &mdash; divorciou-se de seu marido e Pompeu, de Antístia, sua primeira esposa{{Efn|O primeiro marido de Emília já era desafeto de Sula por tê-lo criticado.}}. Embora Emília tenha morrido no parto logo em seguida, o casamento confirmou a lealdade de Pompeu e ajudou muito na sua carreira.<ref>[[Plutarco]], ''[[Vidas Paralelas (Plutarco)|Vidas Paralelas]]'', pg. 136</ref>