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'''Lúcio Cornélio Cipião Asiático Asiageno''' ({{lang-la|''Lucius Cornelius Scipio Asiaticus Asiagenus''}}) foi um político da família dos [[Cipiões]] da [[gente (Roma Antiga)|gente]] [[Cornélios|Cornélia]] da [[República Romana]] eleito [[cônsul romano|cônsul]] em 83 a.C. com [[Caio Norbano Balbo]]. Asiageno era bisneto de [[Cipião Asiático]],<ref>(Lovano, 2002), pág. 112</ref>, cônsul em 193 a.C., e um dos mais proeminentes políticos da facção dos ''[[populares]]''.
 
== Primeiros anos ==
| margem = 1
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Asiático foi um magistrado monetário (''"[[monetalis]]"'') em 106 a.C. e, em 100 a.C., estava entre os senadores que lideraram o ataque ao [[tribuno da plebe|tribuno]] [[Lúcio Apuleio Saturnino]].<ref>[[Cícero]], ''Pro rabirio perduellionis reo''</ref>. Dez anos depois, serviu como [[legado]] na [[Guerra Social (91-88 a.C.)|Guerra Social]] e conseguiu escapar do [[cerco]] de [[Isérnia]] antes de ser capturado pelos [[sócio (Roma Antiga)|italianos]] rebelados contra Roma liderados pelo general [[Vécio Escatão]].
 
Em 88 a.C., foi admitido no [[Colégio de Áugures]] no lugar de [[Marco Emílio Escauro (cônsul em 115 a.C.)|Marco Emílio Escauro]], o [[príncipe do senado]] morto no ano anterior. Em 85 a.C., serviu como [[propretor]] na [[província romana|província]] da [[Macedônia (província romana)|Macedônia]], lutando contra diversas tribos [[ilírios|ilírias]] e [[trácios|trácias]]. Saqueou o [[Templo de Apolo (Delfos)|Santuário de Delfos]].
{{citação2|...neste ínterim, os soldados dos dois campos se misturaram; os de Sula, premiados por seu general com bastante dinheiro, convenceram os recrutas, já sem muita convicção de combater, em meio às [[libação|libações]], que melhor seria se fossem companheiros e não inimigos. Sertório, em vão, exortou o general para que ele encerrasse esta perigosa reunião. Contudo, o acordo, que parecia próximo, não aconteceu; Cipião denunciou a trégua. Mas Sula defendeu que era tarde demais e que o tratado já estava firmado; e, por isto, os soldados de Cipião, sob o pretexto de que seu general havia rompido ilegalmente uma trégua, passaram em massa para as fileiras inimigas. A cena terminou com um abraço geral, que contou com o apoio dos oficiais do exército revolucionário.|[[Theodor Mommsen]], ''Storia di Roma Vol. VI'', Cap. 9, Par. 17}}
 
Sula então obrigou Cipião a se render, a renunciar ao seu próprio cargo de cônsul e o deixou seguir livre. No momento em que seu viu livre, Cipião renegou todas as suas promessas, reassumiu as [[insígnia]]s de seu consulado e tentou, sem sucesso, reconstruir seu exército.<ref name="Theodor Mommsen p. 9"/>. No ano seguinte, Cipião estava entre os [[Sula#Proscrição|proscritos]] de Sula, mas, em virtude do poder de sua própria família, conseguiu se salvar seguindo para um exílio em [[Massília]], onde morreu em data desconhecida.
 
Teve uma filha que se casou com [[Públio Séstio]].<ref>[[Apiano]], ''[[De Bellis Civilibus]] I 82, 85, 86; [[Plutarco]], ''Sulla'' 28; ''Sertorius'' 6; [[Lívio]], ''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]'' ''Epit. 85; [[Floro]] III 21; [[Paulo Orósio|Orósio]], ''Histórias'' V 21; [[Cícero]], ''Philippicae'' XII 11, XIII 1; ''Pro Sextus'' 3.</ref>. [[Cícero]] elogiou sua habilidade [[oratória]].<ref>[[Cícero]], ''Epistulae ad Brutum'' 47.</ref>.
 
== Ver também ==
|ant2=[[Cneu Papírio Carbão]] II
|con1=[[Caio Norbano]]
|con2=[['''Lúcio Cornélio Cipião Asiático Asiageno]]'''
|ano=83 a.C.
|seg1=[[Caio Mário, o Jovem]]
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