Diferenças entre edições de "Mânio Valério Máximo Corvino Messala"

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'''Mânio Valério Máximo Corvino Messala''' ({{lang-la|''Manius Valerius Maximus Corvinus Messalla''}}), conhecido como '''Corvino Messala''', foi um político da [[gente (Roma Antiga)|gente]] [[Valérios|Valéria]] da [[República Romana]] eleito [[cônsul romano|cônsul]] em 263 a.C. com [[Mânio Otacílio Crasso]]. Era filho de [[Marco Valério Máximo Corvino]], cônsul em 312 e 289 a.C. e [[Marco Valério Máximo Messala (cônsul em 226 a.C.)|Marco Valério Máximo Messala]], cônsul em 226 a.C., era seu filho.
 
Em ''"[[De brevitate vitae]]"'', [[Sêneca]] afirma que o [[agnome]] "Messala" vem de [[Messana]] (Messina), o nome da cidade libertada por ele durante sua expedição a Sicília. Transformou-se em um [[cognome]] que distingue a família dos Valérios Messalinos, que aparece pela primeira vez nos [[Fastos Consulares]] em 263 a.C. e a última, em 506 a.C., período no qual a família obteve vinte e dois consulados e três [[censor romano|censorados]].<ref>[[Sidônio Apolinário]] ''Carm.'' ix. 302</ref>.
 
== Consulado (263 a.C.) ==
6. ''[[Enna]]'' e ''[[Halaisa]]'' se rendem a Roma.]]
{{AP|Batalha de Messana}}
Foi eleito em 263 a.C. com [[Mânio Otacílio Crasso]], o segundo ano da [[Primeira Guerra Púnica]]. Os dois cônsules marcharam para a [[Sicília romana|Sicília]] comandando duas [[legião romana|legiões]] cada um. Os [[Fastos Triunfais]] registram que Messala conseguiu uma grande vitória conquistando 67 cidades, incluindo [[Messina]] e [[Catânia]] e venceu uma importante batalha contra os [[cartagineses]] em [[Imera (colônia grega)|Imera]].<ref name="NH35.22">[[Plínio, o Velho]], ''[[Naturalis Historia]]'', XXXV, 22.</ref>.
 
Os sicilianos, descontentes com o governo de cartagineses e [[Magna Grécia|gregos]], não resistiram às conquistas romanas. [[Hierão II de Siracusa]], que havia lutado contra os romanos no ano anterior, ofereceu uma aliança e Messala aceitou depois que o tirano firmou um tratado de paz que limitava a [[soberania]] [[Reino de Siracusa|siracusana]] à região sudeste da Sicília.
Apesar da coordenação dos dois cônsules nas operações, os contemporâneos creditam a Messala o mérito principal destas vitórias e apenas ele recebeu o [[triunfo romano|triunfo]] "''De Paeneis et Rege Siculorum Hierone''".
 
Messala levou de volta para Roma um [[relógio de sol]] capturado em [[Catânia]], o ''"Horologium"'' o colocou sobre uma coluna no [[Fórum Romano|Fórum]]. Além disso, mandou pintar um [[afresco]] na [[Cúria Hostília]] retratando a batalha de Imera, uma obra considerada por [[Plínio, o Velho]], como uma das principais incentivadores da arte pictórica romana.<ref name="NH35.22"/>. Como recompensa por suas vitórias, recebeu uma casa no alto do [[Palatino]].<ref>[[Ascônio]] em ''Pisonian.'' p. 13, Orelli</ref>.
 
== Censor (252 a.C.) ==
|ant1=[[Ápio Cláudio Cáudice]]
|ant2=[[Marco Fúlvio Flaco (cônsul em 264 a.C.)|Marco Fúlvio Flaco]]
|con1=[['''Mânio Valério Máximo Corvino Messala]]'''
|con2=[[Mânio Otacílio Crasso]]
|ano=263 a.C.
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