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Alterações

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Anteriormente, em maio de 2017, Barroso já havia alertado que as críticas a [[delação premiada|delações premiadas]] da Operação Lava Jato são parte de uma "operação abafa" para desacreditar os delatores. Na opinião do ministro, as críticas ao instrumento servem para intimidar os colaboradores e impedir que contem o que sabem sobre crimes.<ref>{{citar web|url=http://www.conjur.com.br/2017-mai-30/operacao-abafa-desacreditar-delacoes-ministro-barroso|publicado=Consultor Jurídico|acessodata=26 de agosto de 2017|título="Operação abafa" quer desacreditar delatores, diz ministro Barroso|data=30 de maio de 2017}}</ref> No inicio de agosto de 2017, em participação em um simpósio de direito, o ministro afirmou que "A operação abafa é uma realidade visível e ostensiva no Brasil de hoje. Há muita resistência às mudanças que precisam ser feitas".<ref>{{citar web|url=https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2017/08/03/operacao-abafa-contra-corrupcao-e-realidade-ostensiva-diz-barroso-em-sp.htm|publicado=Uol|data=3 de agosto de 2017|acessodata=26 de agosto de 2017|título='Operação abafa' contra corrupção é realidade ostensiva, diz Barroso em SP|autor=Marcelo Osakabe}}</ref>
 
Em discussão na sessão plenária do dia 26 de outubro de 2017, Barroso acusou o também ministro [[Gilmar Mendes]] de ser leniente com os [[Crime do colarinho branco|crimes de colarinho branco]] e de mudar de jurisprudência de acordo com o réu, em referência ao fato de Mendes haver concedido a soltura de vários presos na Operação Lava Jato.<ref>{{citar web|url=http://veja.abril.com.br/politica/barroso-diz-que-gilmar-e-leniente-com-crime-de-colarinho-branco/|publicado=Veja|data=27 de outubro de 2017|acessodata=27 de outubro de 2017|título=Barroso diz que Gilmar é leniente com crime de colarinho branco}}</ref>
 
== Obras ==