Diferenças entre edições de "Carlos Marun"

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== Biografia ==
É formado em Engenharia Civil pela [[Universidade Federal do Rio Grande do Sul]] (1978-1982) e em Direito pelo [[Centro Universitário de Campo Grande]] (1994-1999). Foi secretário municipal de Assuntos Fundiários da Prefeitura Municipalvereador de [[Campo Grande (Mato Grosso do Sul)|Campo Grande]], em 1996; Diretor Presidente da Empresa Municipal de Habitação (EMHA) da Prefeitura Municipal [[Campo Grande (Mato Grossoestado do Sul)|Campo Grande]] (1997-2004); secretário de Estado de Habitação e das Cidades de [[Mato Grosso do Sul]], (2007-2014); presidente da Associação Brasileiraalém de Cohabsser (ABC)duas e Agentes Públicos de Habitação (2001-2004); presidente do Conselho Estadual das Cidades de [[Mato Grosso do Sul]], (2007-2014); presidente do Fórum Nacional de Secretários devezes Habitaçãodeputado eestadual Desenvolvimentono Urbanomesmo (2007-2014)estado.
 
=== Carreira política ===
Foi vereador de [[Campo Grande]], estado do [[Mato Grosso do Sul]], além de ser duas vezes deputado estadual no mesmo estado, sendo atualmente deputado federal (empossado em 1º de fevereiro de 2015).
 
Em uma de suas tentativas para ser vereador de [[Campo Grande (Mato Grosso do Sul)|Campo Grande]], disputou uma vaga em 2002, pelo [[PTB]], obtendo 22.488 votos, porém, não conseguiu ser eleito<ref>[http://noticias.uol.com.br/politica/politicos-brasil/2002/governador/21111960-carlos-eduardo-xavier-marun.jhtm UOL]</ref>
 
Foi secretário municipal de Assuntos Fundiários da Prefeitura Municipal de [[Campo Grande (Mato Grosso do Sul)|Campo Grande]], em 1996; Diretor Presidente da Empresa Municipal de Habitação (EMHA) da Prefeitura Municipal [[Campo Grande (Mato Grosso do Sul)|Campo Grande]] (1997-2004). Atualmente está sendo processado por [[improbidade administrativa]] durante a presidência da Agehab, sendo acusado, com outros 13 réus, de causar lesão ao erário estimados em 16,6 milhões de reais, o processo tramita, desde junho de 2013, na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da Justiça de Mato Grosso do Sul.<ref name=uol2/>
Foi [[Eleições gerais no Brasil em 2014|eleito]] [[deputado federal]] em 2014, para a [[Lista de deputados federais do Brasil da 55.ª legislatura|55.ª legislatura (2015-2019)]], pelo [[PMDB]].
 
Em 2007 licenciou-se do cargo de deputado para ser secretário de Habitação e Cidades e presidente da Agência de Habitação Popular, a convite do governador [[André Puccinelli]], permanecendo no cargo até 2014, quando candidatou-se a deputado federal.<ref name=uol2>{{citar web |url=https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2017/09/26/relator-de-cpmi-carlos-marun-e-alvo-de-acao-por-desvio-de-r-16-milhoes.htm |titulo= Relator de CPI da JBS, Carlos Marun é alvo de ação por desvio de R$ 16 milhões|autor=Luiz Maklouf Carvalho |data= 26/09/2017|obra=Notícias |publicado= UOL.com.br|acessodata=29/10/2017 }}</ref>
 
==Mandato no Congresso Nacional==
 
FoiCandidatando-se pelo [[PMDB]], foi [[Eleições gerais no Brasil em 2014|eleito]] pela frente "MS Cada Vez Malhor" [[deputado federal]] em 2014, para a [[Lista de deputados federais do Brasil da 55.ª legislatura|55.ª legislatura (2015-2019)]], pelo [[PMDB]].
 
ÉFoi um ferrenho defensor e integrante da chamada tropa de choque de Eduardo Cunha, quando Cunha era Presidente da Câmara, quee foi [[Processo de cassação de Eduardo Cunha|objeto de processo de Cassação no Conselho de Ética da Câmara]], ealém de réu em processos criminais e de improbidade e que teve seu mandato suspenso pelo [[Supremo Tribunal Federal]] por tentativa de [[obstrução da justiça|obstruir investigações contra si]].<ref name=":3" /><ref name=":2" /><ref name=":0" /><ref name=":4" />
 
Durante a sessão extraordinária da votação da cassação do mandato de Eduardo Cunha, tentou repetidas vezes atrasar a sessão, primeiro apresentando um projeto de resolução para separar a votação em duas, uma para a cassação e outra para a [[inelegibilidade]], como ocorrido no [[Processo de impeachment de Dilma Rousseff|Processo de Impeachment de Dilma Rousseff]] e após o Presidente da Câmara, [[Rodrigo Maia]], negar a questão de ordem, o deputado recorreu e pediu efeito suspensivo, rejeitado em votação simbólica, a qual contestou pedindo verificação nominal, também negada pela presidência da casa.
Em setembro de 2017, foi eleito relator da [[CPI da JBS]], comissão parlamentar que investiga as operações de empréstimos do [[JBS|grupo JBS]] concedidos pelo [[Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]] (BNDES).<ref>{{citar web|url=http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2017-09/carlos-marun-e-escolhido-relator-da-cpi-da-jbs-no-congresso|publicado=EBC|obra=Agência Brasil|acessodata=26 de setembro de 2017|título=Carlos Marun é escolhido relator da CPI da JBS no Congresso|autor=Débora Brito}}</ref> A escolha de Marun gerou polêmica em razão do mesmo ter recebido recursos por doações da JBS, e portanto, de acordo com parlamentares como [[Ricardo Ferraço]], [[Otto Alencar]] e [[Ivan Valente]] apontarem ao fato de Marun ter vínculo com o frigorífico.<ref>{{citar web|url=http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2017/09/13/internas_polbraeco,625486/um-terco-dos-membros-da-cpi-da-jbs-ja-foi-financiado-pela-empresa.shtml|publicado=Correio Braziliense|data=13 de setembro de 2017|acessodata=26 de setembro de 2017|título=Um terço dos membros da CPI da JBS já foi financiado pela empres\}}</ref><ref>{{citar web|url=http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/politica/2017/09/12/CPI-DA-JBS-TEM-INTEGRANTES-QUE-RECEBERAM-DOACOES-DA-EMPRESA.htm|publicado=Globo.com|obra=CBN|acessodata=26 de setembro de 2017|título=CPI da JBS tem integrantes que receberam doações da empresa|autor=Rodrigo Serpa}}</ref> Além disto pesa um processo contra Marun de desvio de recursos. Marun nega as acusações.<ref>{{citar web|url=http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,relator-de-cpi-da-jbs-e-acusado-de-desvio-de-r-16-6-mi,70002016013|publicado=Estadão|acessodata=26 de setembro de 2017|título=Relator de CPI da JBS é acusado de desvio de R$ 16,6 mi|autor=Luiz Maklouf Carvalho}}</ref>
 
Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente [[Michel Temer]], ajudando a arquivar a denúncia do [[Ministério Público Federal]].<ref name="G1 - como votou"/><ref>{{citar web|url=https://www.cartacapital.com.br/politica/como-votou-cada-deputado-sobre-a-denuncia-contra-temer|titulo=Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer|autor=Deutsche Welle|data=03/08/2017|acessodata=18/09/2017|autor=Carta Capital}}</ref> Em comeração à vitória de Temer, cantou e dançou no plenário um trecho de paródia da música "Tudo Está no seu Lugar", de [[Benito di Paula]].<ref>{{citar web |url=http://veja.abril.com.br/politica/aliado-de-temer-canta-e-danca-musica-sobre-surra-na-oposicao/ |titulo=Aliado de Temer canta e dança música sobre ‘surra’ na oposição |autor= |data=26/10/2017 |obra=Veja |publicado=Editora Abril |acessodata=29/10/2017 }}</ref><ref>{{citar web |url=https://www.cartacapital.com.br/politica/quem-e-carlos-marun-o-deputado-que-dancou-para-celebrar-salvacao-de-temer |titulo=Quem é Carlos Marun, o deputado que dançou para celebrar salvação de Temer |autor=José Antonio Lima |data=26/10/2017 |obra=#carta |publicado= Carta Capital|acessodata=29/10/2017 }}</ref>
 
=== Condecorações ===
 
== Uso indevido da cota parlamentar ==
 
O deputado usufruiu de dinheiro público para viajar para [[Curitiba]] no intuito de visitar ex-presidente da Câmara [[Eduardo Cunha]] no Complexo Médico-Penal de [[Pinhais]], na região metropolitana da capital do estado do [[Paraná]], no dia 30 de dezembro de 2016. Segundo ele, a viagem não teve cunho político mas se tratava de "uma visita natalina de caráter solidário" e que iria arcar com os 1.242,62 reais gastos em hospedagem e passagens aéreas pelos quais solicitou ressarcimento. Parte dos ressarcimentos consta nas prestações de contas da cota de atividade parlamentar de Carlos Marun. Da de dezembro de 2016, está registrado um reembolso de 327,58 reais por uma passagem de [[Curitiba]] para [[Porto Alegre]] emitida no dia 29 de dezembro de 2016 pela companhia Azul. Da de janeiro de 2017, 154,35 reais por hospedagem no [[Hotel Rochelle]], em [[Curitiba]], nos dias 29 e 30 de dezembro. Ele disse que não solicitou ressarcimento dos gastos com transporte e alimentação realizados durante a viagem.<ref>{{citar web |url=http://g1.globo.com/politica/noticia/deputado-usou-verba-da-camara-para-visitar-eduardo-cunha-na-prisao.ghtml |titulo=Deputado usou verba da Câmara para visitar Eduardo Cunha na prisão |publicado=G1 |autor= |data=31 de janeiro de 2017 |acessodata=5 de fevereiro de 2017}}</ref>
 
 
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== Ligações externas ==
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