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Em passagem de estoicos como Epitectus isso se torna mais claro. Ele enfatizou que "o campo mais importante e especialmente premente de estudo é o que tem a ver com as emoções mais fortes ... tristezas, lamentações, inveja ... paixões que tornam impossível para nós mesmo para ouvir raciocinar ". A tradição estoica ainda por detrás do apelo de Hamlet " Dá- me o homem que não é escravo da <em>paixão</em>, e eu o usarei no cerne de meu coração, sim, no coração do coração, como faço a ti", ou o lamento de Erasmus que "Júpiter concedeu de longe mais paixão do que razão - pode calcular a proporção de 24 para um ". Foi somente com o movimento romântico que houve a valorização da paixão sobre a razão na tradição ocidental: " quanto mais Passion existe, melhor o poesia " (John Dennis, in M. H. Abrams, ''The Mirror and the Lamp'' p. 75).<ref>{{citar web|URL = http://en.wikipedia.org/wiki/Passion_%28emotion%29#cite_note-4|título = Passion|data = |acessadoem = 25/08/2014|autor = |publicado = }}</ref>
 
Ainda assim a relação entre paixão e amor e muito próxima, e em certas classificações a paixão é descrita como mais um tipo de amor.<ref>{{citar web|URL = https://pt.wikipedia.org/wiki/Amor|título = Amor|data = 25/08/2014|acessadoem = |autor = |publicado = }}</ref>
 
Ainda que o sentimentos sejam difíceis de expressar por palavras, uma das questões que se coloca ao amor e à paixão no século XXI é a sua ausência de palpabilidade. Durante séculos, o amor e a paixão deixaram provas da sua existência, imortalizados em diversas fontes, como cartas, textos ou fotografias. No século XXI, face à efemeridade dos documentos digitais, a presença desses sentimentos e das suas características díspares ficarão na memória dos povos? <ref>{{citar web|url=https://antiquariaa.wordpress.com/2017/11/15/amor-no-seculo-xx/|titulo=O Amor no Século XX|data=2017|acessodata=19 Novembro 2017|publicado=Antiquariaa - Cultura Portuguesa|ultimo=ALMEIDA|primeiro=A.}}</ref>
 
'''Biologia'''
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