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A ''Crise sob [[Calígula]]'' (37-41) é tida como a "primeira ruptura aberta entre Roma e os judeus", apesar de os problemas já serem evidentes durante o [[Censo de Quirino|Censo]] de [[Públio Sulpício Quirino]] em 6 e sob [[Sejano]] (antes de 31).
 
Após a [[Guerra judaico-romana]] (66-135), [[Adriano]] (Publius Aelius Traianus Hadrianus) mudou o nome da província da [[Judeia (província romana)|Judeia]] para Síria Palaestina, e [[Jerusalém]] para [[Élia Capitolina]], na tentativa de apagar os laços históricos dos judeus com a região. Além disso, após 70, os judeus só eram autorizados a praticar a sua religião se pagassem o Fiscus Judaicus (imposto judaico), e depois de 135 foram impedidos de entrar em Jerusalém, exceto no dia do [[Tisha B'Av]].
 
Flávio Clemente, hoje tido como [[mártir cristão]], foi condenado à morte por "viver uma vida judaica", no ano de 95, o que pode ter sido relacionado com a administração do imposto judaico sob [[Domiciano]].