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Frentes frias e frentes oclusas geralmente se movem de oeste para leste, enquanto frentes quentes movem-se em direção aos polos. Devido à maior densidade do ar na sua esteira, frentes frias e oclusões frias movem-se mais rápido do que frentes quentes e oclusões quentes. [[Montanha]]s e organismos de água quente podem retardar o movimento de frentes.<ref name="DR">{{Citar web|author=David Roth|date=14 de dezembro de 2005 |título=Unified Surface Analysis Manual |língua=inglês |acessodata=22 de outubro de 2006 |publicado=[[Hydrometeorological Prediction Center]] |url= http://www.hpc.ncep.noaa.gov/sfc/UASfcManualVersion1.pdf |arquivourl=http://www.webcitation.org/66Zo9CHrY |arquivodata=31 de março de 2012}}</ref> Quando uma frente se torna estacionária, e o contraste de densidade entre os limites frontais desaparece, a frente pode degenerar em uma linha que separa regiões com diferentes velocidade do vento.<ref>{{Citar web|autor=Glossary of Meteorology |língua=inglês |data=junho de 2000 |título=Shear Line |acessodata=22 de outubro de 2006 |url=http://amsglossary.allenpress.com/glossary/search?p=1&query=shear+line |arquivourl=http://www.webcitation.org/66ZoLYVN9 |arquivodata=31 de março de 2012 |publicado=[[American Meteorological Society]]}}</ref>
 
== ModificaçãoModificaCAO ==
[[Ficheiro:Snow Clouds in Korea.jpg|thumb|direita|Bandas de neve próximas à [[Península Coreana]].]]
As massas de ar podem ser modificadas de várias maneiras. O fluxo de superfície de vegetação subjacente, nas florestas, atua para umedecer a massa de ar sobrejacente.<ref>{{citar periódico|url=http://sequoia.asrc.cestm.albany.edu/PDFfiles/PostfrontalAirmassMod.pdf |título=Postfrontal Airmass Modification|autor =Jeffrey M. Freedman and David R. Fitzjarrald |data=agosto de 2001 |língua=inglês |acessodata=22 de agosto de 2009 |publicado=[[American Meteorological Society]] |páginas=419–437 |periódico=Journal of Hydrometeorology}}</ref> O calor das águas subjacentes mais quentes pode modificar significativamente uma massa de ar sobre distâncias variando entre 35 km e 40 km.<ref>{{citar periódico|periódico=Boundary-Layer Meteorology|url=http://www.springerlink.com/content/fm26377722407422/|autor =Jun Inoue, Masayuki Kawashima, Yasushi Fujiyoshi and Masaaki Wakatsuchi |título=Aircraft Observations of Air-mass Modification Over the Sea of Okhotsk during Sea-ice Growth |língua=inglês |número=1|data=outubro de 2005|doi=10.1007/s10546-004-3407-y|páginas=111–129|issn=0006-8314|volume=117|bibcode = 2005BoLMe.117..111I|unused_data=DUPLICATE DATA: journal=Boundary-Layer Meteorology }}</ref> Por exemplo, a sudoeste de [[ciclone extratropical|ciclones extratropicais]], o fluxo ciclônico se curva, trazendo ar frio através dos corpos de água relativamente quentes, o que pode levar a estreitas faixas de neve. Essas bandas trazem precipitação forte e localizada, uma vez que grandes massas de água, tais como lagos, armazenam o calor que resulta em diferenças de temperatura significativas (maiores do que 13°C) entre a superfície da água e do ar acima.<ref>{{citar jornal|autor =B. Geerts |ano=1998|url=http://www-das.uwyo.edu/~geerts/cwx/notes/chap10/lake_effect_snow.html |língua=inglês |título=Lake Effect Snow.|acessodata= 24 de dezembro de 2008 |publicado=University of Wyoming}}</ref> Devido a essa diferença de temperatura, o calor e a umidade são transportados para cima, condensando-se em nuvens verticalmente orientadas (ver imagem de satélite) que produzem aguaceiros de neve. A diminuição da temperatura com a altura e profundidade da nuvem são diretamente afetadas tanto pela temperatura da água quanto pelo ambiente. Quando mais forte é queda da temperatura com a altura que as nuvens mais profundas podem chegar, maior será a taxa de precipitação.<ref>{{citar web|url=http://www.comet.ucar.edu/class/smfaculty/byrd/sld010.htm |arquivourl=http://www.webcitation.org/66ZtyC60r |arquivodata=31 de março de 2012 |publicado=University Corporation for Atmospheric Research |título=Lake Effect Snow |língua=inglês |data=3 de junho de 1998 |acessodata=12 de julho de 2009 |autor=Greg Byrd}}</ref>
{{vertambém|Precipitação (meteorologia)}}
As massas de ar podem ser modificadas de várias maneiras. O fluxo de superfície de vegetação subjacente, nas florestas, atua para umedecer a massa de ar sobrejacente.<ref>{{citar periódico|url=http://sequoia.asrc.cestm.albany.edu/PDFfiles/PostfrontalAirmassMod.pdf |título=Postfrontal Airmass Modification|autor =Jeffrey M. Freedman and David R. Fitzjarrald |data=agosto de 2001 |língua=inglês |acessodata=22 de agosto de 2009 |publicado=[[American Meteorological Society]] |páginas=419–437 |periódico=Journal of Hydrometeorology}}</ref> O calor das águas subjacentes mais quentes pode modificar significativamente uma massa de ar sobre distâncias variando entre 35 km e 40 km.<ref>{{citar periódico|periódico=Boundary-Layer Meteorology|url=http://www.springerlink.com/content/fm26377722407422/|autor =Jun Inoue, Masayuki Kawashima, Yasushi Fujiyoshi and Masaaki Wakatsuchi |título=Aircraft Observations of Air-mass Modification Over the Sea of Okhotsk during Sea-ice Growth |língua=inglês |número=1|data=outubro de 2005|doi=10.1007/s10546-004-3407-y|páginas=111–129|issn=0006-8314|volume=117|bibcode = 2005BoLMe.117..111I|unused_data=DUPLICATE DATA: journal=Boundary-Layer Meteorology }}</ref> Por exemplo, a sudoeste de [[ciclone extratropical|ciclones extratropicais]], o fluxo ciclônico se curva, trazendo ar frio através dos corpos de água relativamente quentes, o que pode levar a estreitas faixas de neve. Essas bandas trazem precipitação forte e localizada, uma vez que grandes massas de água, tais como lagos, armazenam o calor que resulta em diferenças de temperatura significativas (maiores do que 13°C) entre a superfície da água e do ar acima.<ref>{{citar jornal|autor =B. Geerts |ano=1998|url=http://www-das.uwyo.edu/~geerts/cwx/notes/chap10/lake_effect_snow.html |língua=inglês |título=Lake Effect Snow.|acessodata= 24 de dezembro de 2008 |publicado=University of Wyoming}}</ref> Devido a essa diferença de temperatura, o calor e a umidade são transportados para cima, condensando-se em nuvens verticalmente orientadas (ver imagem de satélite) que produzem aguaceiros de neve. A diminuição da temperatura com a altura e profundidade da nuvem são diretamente afetadas tanto pela temperatura da água quanto pelo ambiente. Quando mais forte é queda da temperatura com a altura que as nuvens mais profundas podem chegar, maior será a taxa de precipitação.<ref>{{citar web|url=http://www.comet.ucar.edu/class/smfaculty/byrd/sld010.htm |arquivourl=http://www.webcitation.org/66ZtyC60r |arquivodata=31 de março de 2012 |publicado=University Corporation for Atmospheric Research |título=Lake Effect Snow |língua=inglês |data=3 de junho de 1998 |acessodata=12 de julho de 2009 |autor=Greg Byrd}}</ref>
 
== Ver também ==
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