Diferenças entre edições de "Grécia otomana"

46 bytes removidos ,  01h47min de 27 de novembro de 2017
sem resumo de edição
O [[Império Bizantino]], que tinha governado a maior parte do mundo grego por mais de 1100 anos, tinha sido fatalmente enfraquecido desde o [[saque de Constantinopla]] pelos [[cruzados]] em [[1204]].
 
O avanço otomano na Grécia foi precedido pela vitória sobre os [[sérvios]] para o seu norte. Primeiro, os otomanos venceram em [[1371]] na [[Batalha de Maritsa|Batalha do Rio Maritsa]] - na qual as forças sérvias foram lideradas pelo rei [[Vukachin Mrniavcevic]], o pai de [[Marco da Sérvia|Marco]] e co-regente do [[Império Sérvio|último imperador]] da [[Dinastia Nemânica|dinastia sérvia Nemânica]], [[{{lknb|Estêvão Urosh V da Sérvia|Estêvão UroshUresis V]]}}. A esta batalha se seguiu outra, ainda pior: a vitória otomana na [[batalha do Kosovo]] de [[1389]].
 
Com mais nenhuma ameaça por parte dos sérvios, os otomanos [[queda de Constantinopla|capturaram Constantinopla]] em [[1453]] e avançaram para o sul da Grécia com a captura de [[Atenas]], em [[1458]]. Os gregos mantiveram [[Peloponeso]] até [[1460]], e os venezianos e genoveses agarraram-se a algumas das ilhas, mas em [[1500]] a maioria das planícies e das ilhas da Grécia estavam em mãos dos otomanas. As montanhas da Grécia foram praticamente intocadas, e eram um refúgio para os gregos a fugir do domínio estrangeiro e se envolverem em guerra de guerrilha .<ref>{{Citar livro |autor= Cavendish, Marshall |título= World and Its Peoples |língua=inglês |editor= Marshall Cavendish |ano= 2009 |página=1478 |isbn= 0761479023 |notas= The klephts were descendants of Greeks who fled into the mountains to avoid the Turks in the fifteenth century and who remained active as brigands into the nineteenth century}}</ref>