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O nascimento de Apporelly é marcado por mistérios e disputas. Conta-se que teria nascido a bordo de uma [[Diligência (veículo)|diligência]], no [[Uruguai]], enquanto seus pais rumavam para uma fazenda da família materna. Admiradores de [[Rio Grande (Rio Grande do Sul)|Rio Grande]] ([[Rio Grande do Sul]]), onde seus pais moravam, contestam esta versão. Entretanto, na matrícula de ensino escolar, Apporelly foi registrado como nascido no Uruguai, enquanto seu [[título de eleitor]] sustentava uma naturalidade gaúcha, mas sem discriminação de cidade.<ref>CLÁUDIO, Figueiredo. Entre Sem Bater: A vida de Apparício Torelly, o Barão de Itararé.</ref>
 
Sua mãe, Amélia, teve morte trágica, suicidou-se quando tinha 18 anos e ele 18 meses; seu pai enviou-o a um internato jesuíta em São Leopoldo (RS).<ref name=fspilus>{{citar web |url=http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/1179690-a-manhosa-vida-do-patrono-do-humor-brasileiro.shtml |título=A manhosa vida do patrono do humor brasileiro |acessodata= 5 novde novembro de 2012|autor= Machado, Cassiano Ellek|coautores= |data= 4 de novembro de 2012 |formato= |obra= |publicado=Folha de S.Paulo |páginas= |língua=pt |língua2= |língua3= |lang= |citação= }}</ref> Apparício Torelly iniciou-se no [[humorismo]] em 1908 no jornalzinho "Capim Seco", do colégio onde estudava, satirizando a disciplina dos padres [[jesuítas]] de [[São Leopoldo]].<ref name="UFCG">{{citar web |url=http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/ItarareB.html |título=Apparício Fernando de Brinkerhoff Torellyss, o Barão de Itararé |acessodata=27 de novembro de 2012 |autor= |coautores= |data= |ano= |mes= |formato= |obra= |publicado=UFCG |páginas= |língua= |língua2=pt |língua3= |lang= |citação= }}</ref>
 
Em 1918, durante suas férias, sofre um [[AVC]] quando andava na fazenda de um tio. Abandona o curso de [[Medicina]] no quarto ano e começa a escrever. Publica sonetos e artigos em jornais e revistas, como a [[Revista Kodak]], "A Máscara" e "Maneca".<ref>[http://www.releituras.com/itarare_bio.asp Biografia do Barão de Itararé, Projeto Releituras.]</ref>
Em 1985, a [[Editora Record]] publica em livro, sob o título de ''Máximas e Mínimas do Barão de Itararé'', uma seleção de textos de humor extraídos de ''A Manhã'', em coletânea organizada por Afonso Félix de Sousa e com prefácio de [[Jorge Amado]]. No mesmo ano, ''Máximas e Mínimas'' alcançou rapidamente quatro edições.
 
Em 14 de agosto de 2011, o programa ''De lá pra cá'', da [[TV Brasil]] relembrou a vida e a obra do Barão de Itararé.<ref>TV Brasil. Novidades. [http://tvbrasil.ebc.com.br/delapraca/episodio/barao-de-itarare ''Barão de Itararé - O pai do humor político brasileiro''] </ref>.
 
Mais recentemente, seu espírito crítico influenciou a criação do [[Centro de Estudos da Mídia Alternativa "Barão de Itararé"]] ,<ref>[http://www.baraodeitarare.org.br/ Centro de Estudos da Mídia Alternativa “Barão de Itararé”]</ref>, que reúne diversos ativistas e movimentos sociais comprometidos com a democratização da mídia no Brasil.
 
Em 2014, o segundo episódio da série "Resistir é Preciso", exibida pela [[TV Brasil]], teve como assunto a trajetória de Barão de Itararé.<ref>[http://www.ebc.com.br/resistir-e-preciso/galeria/videos/2014/04/resistir-e-preciso-episodio-mostra-a-trajetoria-de-barao Resistir É Preciso: episódio mostra a trajetória de Barão de Itararé], acesso em 14 de julho de 2016</ref>.
 
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