Diferenças entre edições de "Desinformação"

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Algumas palavras e expressões não admitem réplica nem razoabilidade [[lógica]]: são os chamados '''adjetivos dissuasivos,''' contundentes e negativistas que obrigam a submeter-se a essas palavras e excluem o teor e qualquer forma de trâmite inteligente. A sua contundência emocional, o [[pathos]] emotivo da mensagem, eclipsa toda qualquer possível [[dúvida]] ou [[ignorância]], os princípios de qualquer forma razoável de pensamento: a constituição ou a integração europeia é ''irreversível''.
 
A mesma aplicação têm os adjetivos ''inquestionável, inquebrável, inexequível, insuspeitável, indeclinável'' e ''substancial.'' O seu maximalismo serve para rebaixar qualquer [[discurso]] no sentido oposto e criar uma atmosfera irrespirável de [[monologia]]. Segundo [[Noam Chomsky]], muitas destas palavras costuma atrair outros elementos em cadeia formando [[lexia]]s: ''adesão inquebrável'', ''dever incontornável'', ''legítimas aspirações'', ''absolutamente imprescindível''. Ou com lexias redundantes como ''totalmente cheio'' ou ''absolutamente indiscutível, inaceitável'' ou ''inadmissível.''<ref>{{citar web|url=https://www.linkedin.com/pulse/desinforma%C3%A7%C3%A3o-e-p%C3%B3s-modernidade-o-caos-organizado-em-n%C3%A3o-corredor/?lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_profile_view_base_post_details%3BezH0qSdOTI2CautIHAbJvQ%3D%3D|titulo=Desinformação e pós-modernidade: o caos organizado em "Não Verás País Nenhum"​|data=2016|acessodata=2017|publicado=LinkedIn|ultimo=CORREDOR|primeiro=J. A. de J.}}</ref>
 
== Retórica da desinformação ==
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