Diferenças entre edições de "Pompeu"

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César tentou uma segunda aliança matrimonial com Pompeu, oferecendo sua sobrinha neta, [[Otávia Menor|Otávia]] (irmã do futuro imperador [[Augusto]]). Desta vez, porém, Pompeu recusou. Em {{AC|52|x}}, ele se casou com [[Cornélia Metela (esposa de Pompeu)|Cornélia Metela]], viúva, ainda muito jovem de Públio, filho de Crasso, e filha de [[Metelo Cipião Násica]], um dos maiores inimigos de César. Pompeu estava, lentamente, voltando para a facção dos ''[[optimates]]'' e, presume-se, que estes acreditavam que ele seria o "menor dos dois males".
 
No mesmo ano, [[Públio Clódio Pulcro|Clódio]] foi assassinado. Quando seus aliados incendiaram a [[Cúria Hostília]], que servia de câmara senatorial em retaliação, o senado chamou Pompeu, que reagiu com eficiência cruel. Cícero, defendendo [[Tito Ânio Milão]], acusado dedo assassinato, ficou tão abalado pela visão de um [[Fórum Romano]] repleto de soldados armados que não conseguiu completar sua defesa.
 
Depois de restaurada a ordem, o senado e [[Catão, o Jovem]], conseguiram evitar que Pompeu recebesse a ditadura &mdash; eles lembraram de Sula e suas sangrentas [[proscrição|proscrições]] &mdash; e fizeram dele um cônsul solitário, o que lhe deu um poder amplo, mas limitado: um ditador não podia ser legalmente punido por medidas tomadas durante seu mandato, mas Pompeu, como cônsul, era responsável por seus atos na função. Este mandato extraordinário durou apenas um mês, o chamado "[[mercedônio|mês intercalar]]", e, no resto do ano, [[Metelo Cipião]] foi cônsul com ele.<ref name=Abb114>Abbott, 114</ref>