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}}
'''Bertrand Arthur William Russell, 3.º Conde Russell''' <small>[[Ordem de Mérito (Reino Unido)|OM]] [[Royal Society|FRS]]</small><ref>{{Citar periódico |ultimo=Kreisel |primeiro=G. |autorlink= |coautores= |data= |ano=1973 |mes = |titulo=Bertrand Arthur William Russell, Earl Russell. 1872-1970 |jornal=Biographical Memoirs of Fellows of the Royal Society |volume=19 |numero = |paginas =583–526 |editora = |local= |issn= |pmid= |doi= |bibcode= |oclc= |id= |url=http://rsbm.royalsocietypublishing.org/content/19/583 |idioma=inglês |formato=PDF |acessadoem =10 de janeiro de 2013 |aspas= |notas= }}</ref> ([[Ravenscroft (Monmouthshire)|Ravenscroft]], [[País de Gales]], [[18 de Maio]] de [[1872]] — [[Penrhyndeudraeth]], País de Gales, [[2 de Fevereiro]] de [[1970]]) foi um dos mais influentes [[Matemática|matemáticos]], [[Filosofia|filósofos]] e [[Lógica|lógicos]] que viveram no {{séc|XX|x}}. Em vários momentos na sua vida, ele se considerou um [[liberalismo|liberal]], um [[socialista]] e um [[pacifista]]. Mas, também admitiu que nunca foi nenhuma dessas coisas em um sentido profundo.<ref>"I have imagined myself in turn a Liberal, a Socialist, or a Pacifist, but I have never been any of these things, in any profound sense."—''Autobiography'', p. 260.</ref> Sendo um popularizador da filosofia, Russell foi respeitado por inúmeras pessoas como uma espécie de profeta da vida racional e da criatividade. A sua postura em vários temas foi controversa.<ref name="ORI">{{citar web|url=http://www.orientalia.org/wisdom/Philosophy/Bertrand_Russell.shtml|título=Bertrand Russell|publicado=Orientalia|acessodata=10 de dezembro de 2011}}</ref>
 
Russell nasceu em 1872, no auge do poderio económico e político do [[Reino Unido]], e morreu em 1970, vítima de uma [[gripe]], quando o império se tinha desmoronado e o seu poder drenado em duas guerras vitoriosas mas debilitantes. Até à sua morte, a sua voz deteve sempre autoridade [[moral]], uma vez que ele foi um crítico influente das armas nucleares e da guerra estadunidense no [[Vietnã]]. Era inquieto.<ref name="PKE">{{citar web|url=http://www.personal.kent.edu/~rmuhamma/Philosophy/bertrandRussell.html|título=Bertrand Arthur William Russell|autor=Muhammed, Reahid Bia|publicado=Personal Kent Edu|acessodata=10 de dezembro de 2011}}</ref>
 
== Biografia ==
Bertrand Russell pertenceu a uma família aristocrática inglesa. O seu avô paterno, [[Lord John Russell]] tinha sido primeiro-ministro nos [[anos 1840]] e era ele próprio o segundo filho do sexto duque de Bedford, de uma família ''[[whig]]'' (partido liberal, que no [[século XIX]] foi muito influente e alternava no poder com os conservadores- ''"[[tories]]"''). Os seus pais eram extremamente radicais para o seu tempo. O seu pai, o visconde de Amberley, que faleceu quando Bertrand tinha 4 anos, era um [[Ateísmo|ateísta]] que se resignou com o romance de sua mulher com o tutor de suas crianças. A sua mãe, viscondessa Amberley (que faleceu quando Bertrand tinha 2 anos de idade) pertencia a uma família aristocrática, era irmã de Rosalinda, condessa de Carlisle. O padrinho de Bertrand foi o filósofo [[Utilitarismo|utilitarista]] [[John Stuart Mill]].<ref>{{citar web|URLurl=http://www.biografiasyvidas.com/biografia/r/russell_bertrand.htm|título=Bertrand Russell|autor=|data=|publicado=Biografías y Vidas|acessodata=1/8/2013}}</ref>
 
[[Imagem:John Russell Viscount Amberley.jpg|thumbnail|direita|Visconde de Amberley, pai de '''Bertrand Russell''']]
 
== Causas políticas ==
Russell passou os anos 1950 e 1960 envolvido em várias causas políticas, principalmente relacionadas com o desarmamento nuclear e a oposição à [[Guerra do Vietnã]].<ref name="Russell Tribunal">{{citar web|url=http://en.wikipedia.org/wiki/Russell_Tribunal|título=Russell Tribunal|autor=Wikipedia, acessodata=02 de maio de 2013}}</ref> O [[Manifesto Russell-Einstein]] de [[1955]] foi um documento pedindo o desarmamento nuclear assinado por 11 dos físicos nucleares mais proeminentes e intelectuais da época. Ele escreveu muitas cartas aos líderes mundiais durante este período, e esteve em contato com [[Lionel Rogosin]] enquanto o último estava filmando seu filme antiguerra ''Good Times, Wonderful Times'', em 1960. Tornou-se um herói para muitos dos membros da juventude da [[Nova Esquerda|New Left]]. No início de [[1963]], em particular, Russell tornou-se cada vez mais crítico quanto à desaprovação do que ele sentia serem políticas quase genocidas do governo dos EUA no [[Vietnã do Sul]]. Em 1963, Russell tornou-se o primeiro destinatário do ''Jerusalem Prize'', um prêmio para os escritores preocupados com a liberdade do indivíduo na sociedade. Em outubro de 1965, ele rasgou o cartão do Partido Trabalhista Inglês (''[[Labour Party]]''), porque suspeitava que o partido iria enviar soldados para apoiar os EUA na Guerra do Vietnã. Ao longo de sua vida Russell escreveu diversos livros e ensaios criticando e propondo novas soluções para a sociedade em diferentes momentos, desde a virada do século XIX até boa parte do século XX. Em ''[[Roads to Freedom: Socialism, Anarchism, and Syndicalism]]'', o autor sugere um modelo de [[socialismo de guilda]] - alternativo ao [[socialismo]] [[soviético]] -, baseando-se em críticas ao próprio [[socialismo]], bem como ao [[anarquismo]] e ao [[sindicalismo]]. <ref name="PKE">{{citar web|url=http://www.personal.kent.edu/~rmuhamma/Philosophy/bertrandRussell.html|título=Bertrand Arthur William Russell|autor=Muhammed, Reahid Bia|publicado=Personal Kent Edu|acessodata=10 de dezembro de 2011}}</ref>
 
==Visão sobre a sociedade==
A visão de Bertrand Russell sobre a sociedade tratou de diversos aspectos ligados a [[política]], [[economia]], [[direitos humanos]], [[ética]], [[pacifismo]] e [[moral]]. Seus pontos de vista foram se modificando ao longo de sua vida (morreu meses antes de completar 98 anos). O artigo [[Visão de Bertrand Russell sobre a sociedade]] cobre algumas destas etapas e pontos de vista do filósofo, matemático e ativista social, a partir de seus primeiros escritos em 1896 bem como seu ativismo político e social em longo prazo até sua morte em fevereiro de [[1970]]. Em sua obra "[[Caminhos para a liberdade]]",<ref>Russel, Bertrand. ''Caminhos para a liberdade: socialismo, anarquismo e sindicalismo''. São Paulo: Martins Fontes, 2005, p. 181 </ref> Russell propõe um novo modelo de sociedade baseado em valores como [[justiça social]], máxima [[liberdade individual]] e mínimo de [[controle]] e [[opressão]] de poderes centrais sobre os indivíduos, porém com grande papel do estado para assuntos econômicos e financeiros. Seus pensamentos são baseados no socialismo de [[guilda]] e no anarquismo.
 
{{quote2| ''O sistema que preconizamos é uma forma de socialismo de guilda, tendendo mais talvez para o anarquismo do que o aprovariam inteiramente seus defensores oficiais. É nas questões que os políticos habitualmente ignoram - ciência, arte, relações humanas e alegria de viver - que o anarquismo se mostra mais forte, e é principalmente por causa delas que incluímos em nossa discussão certas propostas mais ou menos anarquistas, como por exemplo, o 'salário do ócio'. É por seus efeitos fora da economia e da política, ao menos tanto quanto por seus efeitos nelas, que um sistema social deve ser julgado. E, se o socialismo um dia vier, é provável que só se revele benéfico se os bens de natureza não econômica forem valorizados e conscientemente procurados''.|Bertrand Russel<ref>Russel, Bertrand - "Caminhos para a liberdade: socialismo, anarquismo e sindicalismo" , fls 181 - São Paulo, Ed. Ed. Martins fontes, 2005</ref>}}
 
===Pacifismo, guerra e armas nucleares===
Russell nunca foi um completo [[pacifismo | pacifista.]] Ele resistiu a guerras específicas cujas motivações eram contrárias aos interesses da civilização e, portanto, imorais. Embora em seu artigo de [[1915]] intitulado "The Ethics of War", Russell tenha defendido guerras da colonização, por motivos utilitários, em [[1918]] já havia mudado de posição abandonando o nacionalismo moderado de anos anteriores em favor do pacifismo. Seu novo posicionamento foi mal recebido pelas autoridades britânicas que o fizeram passar por uma temporada na prisão, conforme narra em seu livro "Portraits from memory" de [[1958]]. Na ocasião em que esteve encarcerado escreveu "Introduction to mathematical philosophy".<ref name="Pacifist">{{citar web|url=http://www.users.drew.edu/~jlenz/br-bib-books.html|título=Bertrand Arthur William Russell, acessodata=022 de maio de 2013}}</ref>
 
O ativismo de Russell contra a participação britânica na [[Primeira Guerra Mundial]] levaram-no a multas, perda de liberdade de circulação no Reino Unido e à não renovação de sua bolsa de estudos na [[Trinity College, Cambridge | Trinity College]], [[Universidade de Cambridge | Cambridge.]]. Ele acabou sendo condenado à prisão em 1918 por interferir na política externa britânica - argumentou que os trabalhadores britânicos devem ser cautelosos com o Exército dos Estados Unidos, pois eles tinham experiência em furar greves. Russell foi libertado depois de cumprir seis meses, mas foi ainda supervisionado de perto até o fim da guerra conforme escreve em "Bertrand Russell e os pacifistas na Primeira Guerra Mundial"
 
Em 1943, Russell marcou sua posição em relação à guerra com o ensaio: "Relative political pacifism". Ele afirmou que a guerra sempre foi um grande [[mal]], mas em algumas circunstâncias particularmente extremas (como quando [[Adolf Hitler]] ameaçou assumir a [[ Europa]]), afirmou que a guerra - por exemplo, contra o nazismo - poderia ser um mal menor. Nos anos que antecederam a [[Segunda Guerra Mundial]], ele apoiou a política de apaziguamento, mas em 1940 reconheceu que, a fim de preservar a democracia, [[Hitler]] tinha de ser derrotado. Este mesmo compromisso, relutante, de valor foi compartilhado por seu conhecido [[A. A. Milne]] em "Os Dilemas da pacifistas britânicos durante a Segunda Guerra Mundial".
 
Russell opôs-se constantemente à existência de armas nucleares desde a sua primeira utilização. No entanto, houve uma controversa discussão entre diferentes personalidades da época (décadas de 40 a 60) que ventilaram uma notícia, posteriormente negada por Russell, de que deveria haver um ataque preventivo do ocidente a países comunistas que tentavam obter a tecnologia de armas nucleares, dentre eles o ex-''Chancellor of the Exchequer'' (Ministro da Fazenda do Reino Unido) Nigel Lawson. Nicholas Griffin, da [[Universidade McMaster]], em seu livro ''The Selected Letters of Bertrand Russell: The Public Years, 1914–1970'', (depois de obter uma transcrição do discurso), afirmou que os [[Estados Unidos]] e a [[União Soviética]] estavam caminhando para um [[conflito nuclear]] aberto; neste contexto, Russell teria defendido não o real o uso da bomba atômica, mas o seu uso diplomático como uma fonte enorme de influência para desencorajar a proliferação de novas armas nucleares. Russell teve a oportunidade de esclarecer o caso alegando que defendia o desarmamento mútuo, tanto pelos EUA quanto pela URSS, potências nucleares, de modo que cedessem seus arsenais a alguma forma de [[governo mundial]].
 
Em 1955, Russell lançou o [[Manifesto Russell-Einstein]], co-assinado por [[Albert Einstein]] e outros nove cientistas e intelectuais principais, um documento que levou à primeira das [[Conferências Pugwash]] sobre Ciência e Assuntos Mundiais em [[1957]]. Em [[1958]], Russell tornou-se o primeiro presidente da [[Campanha para o Desarmamento Nuclear.]] Demitiu-se dois anos mais tarde, quando o CDN não o apoiou em um ato de [[desobediência civil]], e formou o [[Comitê dos 100 (Reino Unido) | Comitê dos 100.]] Com quase noventa anos, em setembro de 1961 ele foi preso por uma semana por incitar a desobediência civil, por ter participado de uma grande manifestação chamada [[não-à-bomba|ban-the-bomb]] no [[Ministério da Defesa (Reino Unido) | Ministério da Defesa]], mas a sentença foi anulada por conta de sua idade.
 
Durante a [[Crise dos mísseis de Cuba]], Russell enviou telegramas tanto para o [[Presidente dos Estados Unidos]] [[John F. Kennedy]], quanto para [[Nikita Khrushchev]] da [[URSS]]. Foram contactados também o [[Secretário-Geral das Nações Unidas | Secretário-Geral]] [[U Thant]] e [[o primeiro-ministro do Reino Unido | primeiro-ministro britânico]] [[Harold Macmillan]]. Seus telegramas eram bastante críticos em relação a Kennedy, que ele já havia apontado anteriormente como "mais perigoso do que Hitler"; e tolerantes com [[Khrushchev]]. Khrushchev respondeu com uma longa carta, publicada pela agência de notícias russa [[ITAR-TASS]], que foi dirigida principalmente aos Kennedy e ao mundo ocidental <ref>{{citar livro|autor =Horst-Eberhard Richter|título=Die Krise der Männlichkeit in der unerwachsenen Gesellschaft|publicado=Psychosozial-Verlag|ano=2006|isbn=3-89806-570-7}}</ref>
 
Cada vez mais preocupados com o perigo potencial para a humanidade decorrente de armas nucleares e outras descobertas científicas, Russell também se juntou a [[Einstein]], [[Robert Oppenheimer]], [[Joseph Rotblat]] e outros cientistas eminentes da época para estabelecer a [[Academia Mundial de Arte e Ciência]], que foi formalmente constituída em 1960.
A [[Fundação Bertrand Russell para a paz]] e sua editora ''Spokesman Books''<ref>http://www.spokesmanbooks.com</ref> começaram em 1963 começaram seus trabalhos para levar adiante as propostas de Russell pela [[paz]], [[direitos humanos]] e [[justiça social]]. Ele começou a oposição pública à política dos EUA no [[Vietnã]] com uma carta ao ''[[The New York Times]]'', de 28 de Março de 1963. No outono de 1966, ele havia terminado o manuscrito ''Crimes de Guerra no Vietnã''. Em seguida, usando as justificativas dos norte-americanos para o [[Tribunal de Nuremberg]], Russell e [[Jean-Paul Sartre]], organizaram o que ele chamou de uma tribunal internacional de crimes de guerra, o {{ill|en|Tribunal Russell|Russell Tribunal}}.
 
Russell criticou as declarações oficiais sobre o [[assassinato de John F. Kennedy]] no artigo ''16 Perguntas Sobre o Assassinato'', de 6 de setembro de 1964.<ref>[{{citar web | url=http://www.kenrahn.com/JFK/The_critics/Russell/Sixteen_questions_Russell.html | título=16 Questions on the Assassination] | publicado=www.kenrahn.com }}</ref>
 
=== Comunismo e socialismo ===
Russell inicialmente manifestou grande esperança na "experiência comunista." No entanto, quando visitou a [[União Soviética]] e conheceu [[Vladimir Lenin]] em 1920, ele ficou impressionado com o sistema em vigor. Em seu retorno, escreveu um tratado crítico, ''A prática e a teoria do bolchevismo''. Ele era "infinitamente infeliz nesta atmosfera sufocada por seu utilitarismo, a sua indiferença ao amor, à beleza e ao impulso de vida". Russell acreditava que Lenin era como um tipo de religioso [[fanático]], frio e sem "nenhum amor pela liberdade". <ref name="FreeLib">{{citar web
|título=Bertrand Russell (1872–1970) |publicado=Farlex, Inc
| url=http://russell.thefreelibrary.com/|acessodata=2007-12-11}}</ref><ref name="papers">{{citar livro
 
=== Sufrágio feminino ===
Quando jovem, Russell era um membro da [[Liberal Party (UK) | Partido Liberal Britânico]] e escreveu em favor do [[sufrágio feminino]]. Em seu panfleto de 1910, ''ansiedades Anti-Suffragist'', Russell escreveu que alguns homens que se opunham ao sufrágio o faziam porque "...têm medo de que a liberdade deles para agir de maneiras tão prejudiciais para as mulheres fosse reduzida." Em maio de 1907, Russell concorreu para o Parlamento Britãnico levantando a bandeira do [[sufrágio feminino]], mas não foi eleito <ref name="WomenSuffrage">{{citar livro|título=The Women's Suffrage Movement: A Reference Guide, 1866–1928|autor =Crawford, Elizabeth|publicado=Routledge|páginas=785|isbn=0-415-23926-5|ano=2001|url=http://books.google.com/?id=eIzLissZmscC}}</ref>
 
===Sexualidade ===
Russell escreveu contra a noção de moralidade [[vitoriana]]. O livro ''[[O casamento e a moral]]'' (1929) expressou sua opinião de que o sexo entre um homem e uma mulher que não são casados ​​entre si não é necessariamente imoral se eles realmente se amam, e defendeu "casamentos experimentais" ou " casamentos de companheirismo" - as relações em que os jovens poderiam legitimamente ter relações sexuais sem serem, a longo prazo, obrigados a manterem-se casados ou a terem filhos - ante uma ideia proposta pela primeira vez pelo juiz [[Ben Lindsey (jurista) | Ben Lindsey]]) formalizada na época.<ref name="SexPolitics">{{citar web|título=Sex and Politics: Bertrand Russell and Human Sexuality'|autor =Hauerwas, Stanley|publicado=Christian Century|data=1978-04-19|acessodata=2008-02-17|url=http://www.religion-online.org/showarticle.asp?title=1797}}</ref><ref name="SexEdPioneers">{{citar web|título=Pioneers of Sex Education|url=http://www2.hu-berlin.de/sexology/ATLAS_EN/html/pioneers_of_sex_education.html|autor =Haeberle, Erwin J.|ano=1983|acessodata=2008-02-17|publicado=The Continuum Publishing Company}}</ref> Russell também foi um dos primeiros intelectuais a defender abertamente a [[educação sexual]] e amplo acesso a [[métodos contraceptivos]]. Defendia ainda a facilitação do [[divórcio]], mas somente no caso de caso de casamentos sem filhos - a visão de Russell era de que os pais deveriam permanecer casados mas tolerantes à infidelidade sexual caso tivessem filhos. Russell também foi um ativo defensor dos direitos dos [[homossexuais]], sendo um dos signatários da carta de [[A.E. Dyson]] de 1958 para o ''The Times'' pedindo uma mudança na lei sobre práticas homossexuais, que foram parcialmente legalizados em 1967, quando Russell ainda estava vivo. <ref name="GALHA">{{citar web|título=Lesbian and Gay Rights: The Humanist and Religious Stances|url=http://www.galha.org/briefing/lgb_rights.html|autor =Gay and Lesbian Humanist Association|data=1997-11-02|acessodata=2008-02-17}}</ref>
 
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