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→‎Carreira política e ditadura: o cardeal Pietro Gasparri representou o Pio XI na assinatura do tratado
Usando as suas [[milícia]]s chamadas de ''[[Camisas negras|camicie nere]]'' ("camisas negras") para instigar o terror e combater abertamente os socialistas, conseguiu que os poderes investidos o nomeassem para formar governo. Foi nomeado [[primeiro-ministro]] pelo rei [[Vítor Emanuel III da Itália|Vítor Manuel III]], alcançando a maioria parlamentar e, consequentemente, poderes absolutos no governo do país.
 
Logo após a sua subida ao poder, iniciou uma campanha de fanatização que culminaria com o aumento do seu poder, devido à interdição dos restantes partidos políticos e sindicatos. Nessa campanha foi apoiado pela [[burguesia]] e pela [[Igreja Católica|Igreja]]. Em 1929, necessitando de apoio desta e dos católicos, pôs fim à [[Questão Romana]] (conflito entre os papas e o Estado italiano) assinando a [[Tratado de Latrão|Concordata de São João Latrão]] com [[Papao Piocardeal XI|Pio[[Pietro XIGasparri]]. Por esse tratado, firmou-se um acordo pelo qual se criava o Estado do [[Vaticano]], o [[Papa|Sumo Pontífice]] recebia indemnização monetária pelas perdas territoriais, o ensino [[Religião|religioso]] era obrigatório nas escolas italianas, o catolicismo virava a religião oficial da Itália e se proibia a admissão em cargos públicos dos sacerdotes que abandonassem a batina. A 19 de abril daquele ano foi agraciado com a Grã-Cruz da [[Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito]] de [[Ditadura Nacional|Portugal]].<ref>{{citar web |url=http://www.ordens.presidencia.pt/?idc=154 |título=Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas|autor=|data=|publicado=Presidência da República Portuguesa|acessodata=2015-04-16 |notas=Resultado da busca de "Benito Mussolini".}}</ref>
{|align="center"
|[[Imagem:Benito Mussolini and Adolf Hitler.jpg|thumb|170px|Benito Mussolini e [[Adolf Hitler]].]]