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Full on é a vertente mais melódica do Psychedelic Trance. O estilo foi originado em [[Israel]] evoluido em ibiza no final da [[década de 1990]] por GMS pioneiros e precursores do Full on,
O Full on tem varios estilos diferentes, o Full on morning (caracteristica mais melódico em que se destacam varios artistas como Vibe Tribe, Spade, Meskah, Myrah, Natural Harmony e etc), Full on Hi-tech (caracteristica agressivo, mais agitado onde se destacam Mystical Complex, Dapanji), o Full on Groove (caracteristica agressivo e muitos elementos psicodélicos) e entre outros estilos.
 
O “Full On” é o estilo mais variado dentro do Trance Psicadélico, com uma tremenda evolução desde o seu aparecimento por volta de 2001. No entanto, embora existam diversos sub-estilos como o “Groove”, o “Morning”, o “Hi-Tech” e o “Night”, a construção de base é muito semelhante. As músicas escolhidas para analisar foram: “Always” de Alternative Control da compilação “Full Moon Festival” (2005), “The Fourth Kind” de Conscious Chaos vs Frozen Ghost do álbum “Divine Justice” (2010), “Remember the First Time” de Alien Project do álbum “Don’t Worry Be Groovy!” (2004) e “Even Flow” de Hydraglyph do álbum “Euphonics” (2005). Seguidamente enumera-se as características específicas deste estilo, extraídas através da análise das músicas:
 
Tempo de 143 a 149 batidas por minuto;
 
Introduções que variam de 20 a 60 segundos, normalmente com utilização de automação de frequência de corte de filtro e/ou efeitos de fundo;
 
Quebra seguida de crescendo (clímax) a cerca de 2/3 do tempo total da música;
 
Estrutura A-B-A’;
 
Baixo intercalado com bombo em divisões de 1/16 (bombo 1º divisão, baixo 3 notas a ocupar as restantes 3 divisões);
 
Baixo com harmonia simples e algumas alterações à nota fundamental, podendo “sofrer” modulação com o desenvolvimento da música;
 
Normalmente, Bombo no 1º e 3º tempo, tarola no 2º e 4º;
 
Quebras no 8º ou 16º tempo;
 
“Kit” de percussões constituído por: bombo, pratos de choque (aberto e fechado), “crash”, tarola e “cowbells”;
 
Efeitos abundantes (distorção, reverberação, ecos, automação de frequência de corte de filtro e de panorâmicas).
 
=== ''Progressive'' ===
 
O "prog" mescla várias vertentes e sub-vertentes da música eletrônica podendo caminhar entre o ''prog house'', ''prog psy'' e ''prog dark'', estando todos englobados no mesmo estilo (não há como classificar ou ter-se-ia nomenclaturas enormes do tipo minimal-progressive-electro-breaks). Ele pode ter um ''bassline'' com bastante ''groove'', assim como nenhum ''groove''.
 
O Trance Progressivo é o estilo com mais ligações ao “House” e “Techno”, o qual lhe confere um cariz mais comercial. Foi dos estilos que menos evoluiu ao longo do tempo, e também o estilo mais antigo dentro do Trance Psicadélico. Foram seleccionadas as seguintes músicas para análise: “Sunglider” de Freq, pertencente à compilação “Kodama” (2006), “2nd Fynn” de Vaishiyas da compilação “Psychedelic Circus” (2008), “Isolation” de Vibrasphere, incluída no álbum “Exploring The Tributaries” (2007) e, por último, “In Between (Captain Hook Remix)” de Gaudium & Ace Ventura, do “EP” “In Between” (2011). As seguintes características derivam da análise executada:
 
Tempo mais lento, entre 130 e 139 batidas por minuto;
 
Introduções mais curtas, raramente excedendo os 30 segundos, com poucos elementos existentes;
 
Duração da música normalmente mais longo, variando entre os 7 e 9 minutos;
 
Poucas quebras e sonoridade muito constante durante quase a totalidade da música;
 
Apenas constituída por uma parte e poucas alterações à forma original (A-A’-A’’);
 
Baixo com notas mais longas e com compressão em “side-chain” com o bombo;
 
Harmonia muito simples e com poucos ornamentos, não existindo, normalmente, modulação da nota fundamental do baixo;
 
Segue a mesma estrutura que a bateria do “Full On”, não tendo, no entanto, tanta abundância de utilização dos pratos de choque abertos;
 
Poucos efeitos, além dos efeitos de espacialização como ecos, reverberação e panorâmicas, podendo existir automação nos ecos e frequência de corte do filtro;
 
Usualmente tem uma maior preponderância de elementos percussivos tribais e menos comuns no “Full On”
 
=== ''Dark''Psytrance ===
Todas essas vertentes se completam, cada uma com seu momento dentro do ritual. A celebração psicodélica precisa tanto dos momentos de euforia e dança que o '''Full On''' proporciona no auge da festa, assim como do som barulhento e sinistro do '''Dark''', além dos insights meditativos do '''Progressive''' após a energia ser trabalhada. Tudo no seu tempo e com harmonia.
 
O “Dark Trance” foi o estilo que se estabeleceu mais tarde e tem evoluído continuamente desde o seu aparecimento por volta de 2003 (em 2001 já existiam alguns “LPs” com sonoridade semelhante). É bastante diverso e difícil de categorizar. Tem uma sonoridade mais sombria e grande influências de estilos menos electrónicos como o “Industrial”, “Hardcore”, “Death Metal”, entre outros. Denota-se que ao longo do tempo tem ficado mais extremo e rápido, com um tempo cada vez mais acelerado e sons mais dissonantes. As músicas seleccionadas para análise foram: “Amazon Travel” de Parasense, pertence ao álbum “Past Present Future” (2003), “Inverter” de Penta, do álbum “Funraiser” (2005), “Ritm Corr” de Kindzadza, música incluída na compilação “Project Eleusis: The Bible of Psychedelic” (2006) e, como última escolha, “Strange Blue Crystal” de Terranoise, do seu último álbum “Cross-Dimensional Feedback” (2009). A lista de características seguintes advém da análise das 4 músicas.
{{Referências}}
 
Tempo muito rápido, acima das 149 batidas por minutos (existem casos de faixas a chegarem perto das 170 batidas por minuto);
 
Introduções que variam entre a inexistência da mesma a longas introduções complexas e com padrões rítmicos caóticos, apoiada por um uso enorme de efeitos;
 
Músicas de duração longa, nunca abaixo dos 7 minutos;
 
Quebras constantes e sem estrutura audível, com crescendos e diminuendos complexos;
 
Embora existam exemplos de músicas com estrutura semelhante à do “Full On”, não se observa, usualmente, uma estrutura muito definida;
 
Estrutura de bateria e baixo semelhante à do “Full On”, utilizando mais os pratos de choque fechados e menos os abertos. As quebras de bombo são continuamente executadas, quase como um processo de “glitch”. Muitas vezes a tarola entra só no 4º tempo. Existência de percussões sintéticas;
 
Harmonia muito simples, com pouca alteração da nota fundamental do baixo e melodias muito complexas, sem utilização de escala aparente;
 
Maior preponderância da modulação tímbrica dos sons, com dissonâncias de afinação entre os elementos na música;
 
Uso abundante, por vezes extremo de efeitos de automação da frequência de corte do filtro, “delays” complexos e sem padrão definido. Utilização acutilante de panorâmicas, transportando texturas inteiras pelo sistema de som;
 
São muito comuns os efeitos em formato áudio, ligados a filmes de ficção cientifica, de terror ou surrealistas, com vozes e barulhos de animais (algumas destas características não se encontram presentes nesta selecção, sendo, no entanto, muito abundantes no estilo);{{Referências}}
* [https://www.psytrancebr.com/ Psytrance BR]
* [https://https://www.psydb.net/ Psydb NET]
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