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==Atuação no Brasil ==
Segundo o livro '''''1964 O Elo Perdido. O Brasil nos arquivos do serviço secreto comunista'''''<ref>{{citar livro|título=1964 O Elo Perdido. O Brasil nos arquivos do serviço secreto comunista|ultimo=PETRILÁK|primeiro=Vladimír|ultimo2=ABRANCHES|primeiro2=Mauro|editora=Vide Editorial|ano=2017|local=Campinas|páginas=508|isbn=9788595070271|acessodata=}}</ref>, o serviço secreto comunista tchecoslovaco atuou no Brasil nas décadas de 50 e 60. A obra, lançada no Brasil em outubro de 2017, é um trabalho de pesquisa de mais de 3 anos de pesquisadores independentes e reproduz uma série de documentos guardados pelo Instituto para o Estudo dos Regimes Totalitários de Praga. Os arquivos comprovam a infiltração de agentes comunistas no alto escalão dos governos Jânio Quadros e João Goulart<ref>{{citar periódico|ultimo=Cordeiro|primeiro=Tiago|data=21/12/2017|titulo=Como a espionagem comunista se infiltrou no governo de dois ex-presidentes brasileiros|url=http://www.gazetadopovo.com.br/ideias/como-a-espionagem-comunista-se-infiltrou-no-governo-de-dois-ex-presidentes-brasileiros-e73p4i3scc55a8th9ycmz2a52|jornal=Gazeta do Povo|acessodata=}}</ref>, além da instalação no país de uma rede de agentes e colaboradores brasileiros formada por jornalistas, políticos, economistas e militantes de esquerda.
 
O livro, baseado em documentos do arquivo, traz à tona um encontro secreto de um agente da KGB com o presidente Jânio Quadros. O relatório do serviço secreto mostra a afeição de Quadros por Cuba e pelo bloco soviético durante a Guerra Fria.<blockquote>''Alexeyev, é claro, perguntou também sobre o assunto que mais lhe interessava, Cuba, e Quadros o convenceu que “fará pessoalmente tudo o que for possível para defender a sobera­nia cubana”. Garantiu que “sente grande simpatia por Castro e pelos outros líderes cubanos”, mas não se esqueceu de acres­centar que “no Brasil existem forças que exercem pressão so­bre ele para que ocupe uma posição anti-cubana”. Quadros disse que, infelizmente, o próprio Castro contribuiu para isso ao anunciar a luta contra os padres. O presidente revelou a Alexeyev os meandros da política brasileira — esclareceu que no momento sua posição era fraca, e por isso devia manobrar'' ''e “ocupar uma posição mais indecisa” e “indefinida, no que diz respeito a Cuba”''<ref>{{citar livro|título=1964 O Elo Perdido. O Brasil nos arquivos do serviço secreto comunista|ultimo=PETRILÁK|primeiro=Vladimír|ultimo2=ABRANCHES|primeiro2=Mauro|editora=Vide Editorial|ano=2017|local=Campinas|páginas=80-81|isbn=9788595070271|acessodata=}}</ref>''.''</blockquote>
 
== Personagens ==
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