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{{Info/Combatente militar
|nome = Gregório Potemkin
Em 1774, a relação deles assumiu um caráter mais íntimo. Potemkin tornou-se o favorito da [[tsarina]]; recebeu muitos prêmios e era indicado para os postos mais altos. Durante os próximos 17 anos ele foi a pessoa mais poderosa na [[Rússia]]. Potemkin sentia prazer em ostentar o luxo e a riqueza pessoal. Assim como Catarina ele cedeu ante a tentação de poder absoluto; porém, em muitos procedimentos ele era guiado pelo espírito do [[iluminismo]]. Mostrou tolerância de diferenças religiosas, e deu proteção às minorias nacionais. Como comandante supremo do exército russo (a partir de 1784) enfatizou um conceito mais humanitário de disciplina, ao exigir que os oficiais tratassem os soldados de um modo paternal.
 
Em 1776, por solicitação de Catarina, o [[imperador romano-germânico]] [[José II do Sacro Império Romano-Germânico|José II]] elevou Potemkin ao grau de príncipe do [[Sacro Império Romano-Germânico]]. Em 1775, ele foi substituído nas graças da imperatriz por Zavadovsky; mas as relações entre Catarina e seu amante anterior continuaram sendo muito amigáveis, e sua influência com relação a ela nunca foi perturbada seriamente por quaisquer dos favoritos subsequentes dela. Um grande número de acontecimentos testemunha a enorme e extraordinária influência de Potemkin durante os próximos dez anos. Sua correspondência com a imperatriz não foi interrompida. Os documentos de estado mais importantes passavam pelas mãos dele.
 
== Governo da Crimeia ==
[[Ficheiro:Ukraine Cherson 2St.-Ekater.jpg|235px|thumb|Catarina II sepultou Potemkin na Catedral de [[Kherson]], a cidade que ele fundou.]]
 
Potemkin alcançou sucesso apreciável nas províncias sulistas recentemente ganhas pela Rússia, nas quais ele era o governante absoluto. Ele apoiou o fluxo de colonos [[Rússia|russos]] e estrangeiros, fundou algumas novas cidades e criou a [[Frota do Mar Negro]]. Em 1783, ele executou o projeto de anexar a [[Crimeia]] à Rússia, pelo qual recebeu o título de "Sua Alteza Serena" ''[[Knyaz]] Tavrichesky'' (''Светлейший князь Таврический''), ou príncipe de Tauride, um antigo nome para a Crimeia. Quatro anos depois, ele organizou a viagem cerimonial amplamente anunciada de Catarina com seu séquito para as províncias sulistas. O propósito da viagem era a intimidação dos inimigos da Rússia, e conduziu a uma guerra para a qual o país se mostrou mal preparado ([[Guerra russo-turca, 1787-1792]]). Como comandante, Potemkin foi guiado por uma estratégia de cautela que era militarmente justificada mas não lhe trouxe popularidade.
 
Seu sistema de colonização foi exposto à crítica muito severa, contudo é impossível não admirar os resultados de sua estupenda atividade. O [[arsenal]] de [[Kherson]], iniciado em 1778, o porto de [[Sebastopol]] e a nova frota de quinze navios de linha regular e vinte e cinco navios menores eram monumentos do seu gênio. Mas houve exagero em tudo que ele tentou. Ele não poupou homens, dinheiro, nem ele mesmo na tentativa de executar o seu gigantesco esquema para a colonização das estepes do sul da Ucrânia; mas ele nunca calculou o custo, e mais que três-quartos do projeto teve que ser abandonado pela metade.
 
Em[1790, ele conduziu as operações militares no [[rio Dniestre]] e instalou sua corte em [[Iaşi]] com toda a pompa [[Ásia|asiática]]. Em 1791, ele voltou a [[São Petersburgo]] onde, junto com seu amigo [[Príncipe Bezborodko|Bezborodko]], fez esforços vãos para subverter o novo favorito, o príncipe [[Platon Zubov]], e em quatro meses gastou {{fmtn|850000}} rublos em banquetes e entretenimentos no [[Palácio de Tauride]], uma soma posteriormente reembolsada a ele pelo tesouro. Então a imperatriz impacientou-se e o mandou voltar (em 1791) a Iaşi para conduzir as negociações de paz como chefe russo plenipotenciário.
 
{{Biografias}}
{{Controle de autoridade}}
 
{{DEFAULTSORT:Potemkin, Grigori Alexandrovich}}