Estrada de Ferro São Mateus: diferenças entre revisões

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== História ==
No dia [[23 de maio]] de [[1895]] foi celebrado um contrato entre o governo do estado e os Senhores Dr. Antônio Gomes Sodré e [[Antônio Rodrigues da Cunha]] para a construção de uma ferrovia ligando [[São Mateus (Espírito Santo)|São Mateus]] a [[Colatina]].<ref name="EFSA">{{citar web |url=http://www.novavenecia.es.gov.br/historia/historia3.htm |titulo=Terceira Fase (1922-1953): A Estrada de Ferro São Matheus e o desenvolvimento da Vila de Nova Venécia |autor= Prefeitura de Nova Venécia |data= |obra=|publicado= |acessodata=13 de julho de 2010}}</ref> A obra foi iniciada mais não chegou a ser concluída. A péssima situação financeira que se encontrava o Governo do Estado fez com que, ao assumir o governo, Dr. [[Constante Gomes Sodré]], entre outras medidas para cortar gastos públicos, reduzisse a extensão total da ferrovia para 40&nbsp;km. Nessa época chegaram a construir 25&nbsp;km de leito, mas os serviços logo foram paralisados. Esse leito passou a ser utilizado, durante duas décadas, como estrada pública.<ref name="EFSM">{{citar livro|autor=Eliezer Nardoto|título=História de São Mateus|subtítulo= Sistemas de Transporte: Trem de Ferro|edição=1ª Edição|local=São Mateus|editora=EDAL|ano=1999|páginas=|volume=|id=}}</ref>
 
Somente em [[1921]], durante o governo do Coronel [[Nestor Gomes]], é que se firmaram as bases para a consecução da obra. A retomada das obras de construção da ferrovia se deu no dia [[5 de novembro]] do mesmo ano, sob a administração dos Drs. Joaquim Teixeira da Silva Jr. e Hermes Carneiro. Em [[1923]] foi criado o Serviço Autônomo da Estrada de Ferro São Mateus. Foram nomeados para a direção desse serviço Henrique Ayres, diretor-gerente e Alziro Vianna, diretor-secretário. Em março de 1923, quando Alziro assumiu a Secretária da Fazenda, a obra já havia atingido o km 40 e o assentamento de trilhos esperava no km 4 que a [[ponte]] sobre o Córrego do Bamburral fosse concluída.<ref name="EFSM"/>
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