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O Trance Progressivo continua a sua evolução paralelamente ao Trance Psicadélico, e é, ainda hoje, um sub-estilo muito procurado e comum no movimento Trance, sendo parte integrante de muitas festas e festivais, estando normalmente acoplado aos estilos que se desenvolveram do “Techno” como o “Minimal” ou o “Tech House”.
 
[[Ficheiro:GMS_Press_2009.jpg|thumb|GMS, um dos projetos mais conhecidos]]No final da década de 90, o decadente “Nitzhonot” dá lugar ao “Full On”, nome que deriva da primeira compilação da editora israelita Hommega. Obviamente, este tipo de sonoridade aparece em Israel e depois abrange todos os outros locais onde se produzia/compunha músicas de trance psicadélico. Projectos como Infected Mushroom (Erez Aizen e Amit Duvdevani), Astrix (Avi Shmailov), Space Cat, (Avi Algarnati) Yahel (Yahel Sherman), Psysex (Udi Sternberg e Yoni Oshrat), Analog Pussy (Kim Michael Lilach e Erez Jino), Alien Project (Ari Linker), Cosma (Avihen Livne), Perplex (Ronen Dahan e Alon Bloch), Skazi (Asher Swissa), Space Buddha (Eliad Grundland) e Illumination (Amir Dvir), de origem israelita, deram o mote a outros projectos que iam aparecendo na mesma altura (1999/2000). São exemplos: Absolum (Christophe Drouillet), Bamboo Forest (Yann Hénaff e Stéphane Dureisseix), Deedrah (Frederic Holyszewski), Hyper Frequencies (Gilles Beraud), Neuromotor (Frederic Talaa e Guillaume Dorson), Nomad (Farid Merbouche) e Talamasca (Cedric Dassulle) de França; Space Tribe (Olli Wisdom), Dark Nebula (Luna Orbit) e Fractal Glider (Paul McCosh) da Austrália; 1200 Mics (Shajahan Matkin, Josef Quinteros e Ron Rothfield), Deviant Species (Santos De Castro), Dino Psaras e Joti Sidhu de Inglaterra; Rastaliens (Ralph Knobloch e Jurgen Kassel), Lemurians (Andreas Kuchembauer e Janosh Riemann), S.U.N. Project (Mike McCoy, Matthias Rumoeller e Marco Menichelli) e SBK (Sebastian Krüger) da Alemanha; Parasense (Alexey Kurkin e Viktor Zolotarenko) da Rússia;
D-Tek (David Durs) do México; Growling Mad Scientists “GMS” (Josef Quinteros e Shajahan Matkin) da Holanda;
Suria (Frederic Gandara) de Portugal; Wizzy Noise (Mickey Noise e Dimitri Uriel) da Grécia;
Na mesma altura, (embora existam alguns “LPs” anteriores a esta data com sonoridade semelhante) e principalmente por Xenomorph (Mark Petrick), aparece uma nova vertente inspirada no “Full On”, mas com grande influências do “Industrial” e “Hardcore”. Esta vertente iria dar origem ao “Dark Trance”. Este tipo de sonoridade acaba por ter uma grande aceitação nos países da Europa de Leste, como a Rússia, Macedónia, Sérvia e também em alguns países nórdicos como Dinamarca, Suécia e Finlândia.
 
É já no ano de 2002 e 2003 que o “Full On” garante a sua hegemonia nas festas trance, existindo vários países com sonoridades diferentes. Em Israel, o som caminhava para uma redefinição do “Nitzhonot”, tornando o Full On israelita um dois mais melódicos e com uma sonoridade muito típica. Na Europa, muitos dos produtores franceses e suíços adoptaram esse estilo israelita. Esse tipo de som viria a ser chamado de “Morning”, visto que durante as festas, era normalmente colocado de manhã, devido ao seu cariz mais alegre. Além do “Morning” também o “Hi-Tech”, sub-vertente de alguns israelitas, europeu, australianos e japoneses, partilha essa sonoridade mais leve, sendo, ainda hoje, utilizada em festas como transição do som mais noturno para o mais matinal. [[Ficheiro:The Rainbow God.ogg]]
 
Enquanto que na Europa se “respirava” uma comunhão de sonoridades em relação à israelita, noutros países como África do Sul, Grécia e países da Europa do Leste, desenvolve-se uma nova sub-vertente do “Full On”. Esta tinha como principal característica uma sonoridade mais sombria, um meio termo entre o “Dark Trance” russo/nórdico/germânico e o “Full On” israelita. Esta sonoridade típica passa a ser denominada como “Night Full On” ou “Full On Nocturno”. [[Ficheiro:Noized - The Return of Hellbob - Sonic Tantra Records2.ogg]]
 
A partir de 2003 assiste-se à maior “explosão” de sempre no número de artistas e editoras de Trance Psicadélico, sendo quase impossível enumerar os álbuns e artistas mais importantes dentro de cada género.
De 2003 até 2009 (data da última actualização do sítio http://www.psydb.net/) foram registados perto de dez mil artistas com músicas editadas em alguma das cerca de mil editoras.
Esse enorme aumento de artistas e editoras levou a uma maior miscigenação dos estilos, criando cada vez mais sub-estilos dentro de cada estilo. Porém, e para maior facilidade de compreensão, a parte estética apenas vai analisar os estilos e contextualizar os artistas e editoras dentro das suas sub-vertentes, pois as diferenças de base entre elas é diminuta.
 
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