Abrir menu principal

Alterações

123 bytes adicionados ,  22h59min de 17 de janeiro de 2018
[[Imagem:Mosaic of Justinian I - San Vitale - Ravenna 2016.jpg|thumb|O imperador Justiniano - Mosaico na [[Basílica de São Vital]] em [[Ravena]].|259x259px]]
 
Justiniano tinha grande interesse pelas questões teológicas. . “Faltava apenas unificar a crença, transformar a Igreja em um instrumento homogêneo de domínio”.<ref name=":1" /> Seu objetivo maior era unir o Oriente com o Ocidente por meio da religião. Seu programa político pode ser sintetizado numa breve fórmula: "Um Estado, uma Lei, uma Igreja". Justiniano procurou solidificar o [[monofisismo]] (doutrina elaborada por [[Eutiques]], segundo a qual só havia uma natureza, a divina, em [[Jesus|Cristo]]). Essa doutrina tornou-se forte na [[Síria]] ([[patriarca de Antioquia]]) e no [[Egipto|Egito]] ([[patriarca de Alexandria]]), que tinham aspirações emancipacionistas. Os seguidores dessa heresia tinham na imperatriz [[Teodora (esposa de Justiniano)|Teodora]] uma partidária. Esta tentou conciliar ortodoxos e heréticos, com relativo êxito. Autoritário, Justiniano combateu e perseguiu [[judeu]]s, [[pagão]]s e [[herético]]s, ao mesmo tempo que interveio em todos os negócios da Igreja, a fim de mantê-la como sustentáculo do Império e sob seu controle. A [[Academia de Platão]], último baluarte do paganismo, foi fechada. As catedrais dos [[Igreja dos Santos Apóstolos|Santos Apóstolos]] e de [[Basílica de Santa Sofia|Santa Sofia]] foram construídas durante seu governo, para evidenciar o poder imperial.<ref name=":1" />
 
Em [[529]], Justiniano fechou a [[Academia de Platão]], Em 540 d.C. também considerou extinto o [[Talmude]] nas [[sinagogas]]. Em [[550]], eliminou o reduto dos [[religião de mistérios|mistérios egípcios]] na [[Ilha de Filac]].
11

edições